Para cerca de 45 milhões de pessoas com deficiência no país, o principal desafio do governo federal em 2012 é garantir que o Plano Viver Bem – que fixa metas que asseguram mais qualidade de vida para essas pessoas – seja transformado em ações concretas. O secretário nacional da Pessoa com Deficiência, Antônio José Ferreira, disse que as medidas dependem de uma ação conjunta dos governos federal, estadual e municipal e a sociedade. “O nosso desafio é tirar do papel e por em prática as ações previstas no plano. As pessoas com deficiência precisam de equiparação de oportunidades. Para isso, é necessário que todos cooperem. As garantias da preservação de direitos e oportunidades envolvem o conjunto da sociedade e não apenas uma parcela”, disse Ferreira. “Estamos falando de 23,9% da sociedade brasileira, segundo dados do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística].” Presidenta Dilma lança o plano “Viver Sem Limite” para pessoas com deficiência Ao defender a execução das metas do plano, Ferreira lembrou as dificuldades que passa diariamente. Deficiente visual desde criança, o secretário disse que todos os dias tem de superar barreiras. “Por isso, nós não falamos em deficiências mais severas ou mais leves. São deficiências e temos de ter condições de superá-las”, acrescentou. Em novembro, a presidenta Dilma Rousseff e a ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, lançaram o Plano Nacional da Pessoa com Deficiência – que passou a ser chamado de Viver Bem. No plano, há uma série de medidas estabelecendo o acesso das pessoas com deficiência aos direitos básicos – como ao mercado de trabalho e à mobilidade urbana. As ações do programa estão em três eixos – educação, saúde e proteção social. As ações são definidas por setor para que todos os ministérios e órgãos públicos atuem pela consolidação das políticas destinadas a essas pessoas. De acordo com Ferreira, o plano garantiu a conquista de assegurar recursos no Orçamento Geral da União em todas as áreas para as ações destinadas aos programas destinados às pessoas com deficiência. Segundo ele, também assegura a participação de organizações não governamentais (ONGs) desde que estejam conveniadas. Para o secretário, o Brasil, apesar dos desafios que têm de enfrentar, fez conquistas que considera “históricas”. Ele lembrou que o país ocupa o primeiro lugar na América do Sul em políticas destinadas às pessoas com deficiência, tendo como carro-chefe o chamado benefício continuado – por meio do qual as consideradas carentes recebem um salário mínimo (R$ 545). De acordo com Ferreira, cerca de 2 milhões de cidadãos recebem o benefício. Ferreira disse também que o plano é o principal responsável pela consolidação das políticas públicas para as pessoas com deficiência. Antes, eram ações pulverizadas e nem sempre os coordenadores se comunicavam. “Com o plano foi implantado o viés da integração”. Fonte: Agência Brasil Referência: http://www.pernambuco.com/http://www.diariodepernambuco.com.br/vidaurbana/ |
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2 de jan. de 2012
Transformar decreto em ações
29 de dez. de 2011
Cuidado com a linguagem
O termo "pessoas portadoras de deficiência" foi substituído por "pessoa com deficiência". O nome da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República terá suprimido o termo "especial", ficando então Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
Assim sendo, não se usa mais chamar, Portador de necessidades especial ou portador de Deficiência. Pessoa com deficiência este é o termo correto. Que meus amigos jornalistas fiquem atentos e nos ajude nesta caminhada.
26 de dez. de 2011
Copa de 2014 terá cota de ingressos para deficientes
Após um pedido feito pelo deputado federal Romário (PSB-RJ), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou que vai doar 32 mil ingressos da Copa do Mundo de 2014 para pessoas com deficiência que comprovem baixa renda. Serão 500 ingressos gratuitos por jogo, incluindo os acompanhantes dos deficientes, mas os critérios e a forma de distribuição ainda não foram definidos.
O anúncio foi feito nesta sexta-feira, no Rio de Janeiro, em evento que teve a participação de Romário e de outros deputados da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, além de Ronaldo, membro do Conselho de Administração do Comitê Organizador da Copa (COL), e do diretor de Comunicação da CBF, Rodrigo Paiva.
Na entrevista, Romário relatou ter recebido críticas de seguidores no Twitter e no Facebook que interpretaram a sua decisão de procurar a CBF há uma semana como uma aliança com o presidente Ricardo Teixeira e a "banda podre" da entidade. "Não estou aqui para defender ninguém, não estou aqui para defender o Ricardo Teixeira, o Ronaldo ou o COL. Estou aqui para defender direitos que, na minha opinião, são justos", disse.O ex-jogador disse ter ficado surpreso com a rapidez com que o seu pedido foi atendido e agradeceu a Ricardo Teixeira, que não estava presente. Mas ressaltou que vai "continuar cobrando da mesma forma que cobrava antes". "Eu não mudo de lado, não mudo de bandeira, vou continuar fiscalizando".
Em discurso, Ronaldo disse que os deficientes foram "esquecidos na Lei Geral da Copa", referindo-se ao projeto que tramita no Congresso. "Nós não vamos esquecer". Romário, que chorou durante a cerimônia, disse que a garantia dos ingressos para deficientes representa a "maior vitória" de seu primeiro ano de mandato. Ele contou um pouco de sua rotina como deputado, que lhe obrigou a reduzir as partidas de futevôlei. "Quando cheguei ao Congresso, pensei: "Que porra é essa que estou fazendo aqui. Hoje estou amarradão".
Rodrigo Paiva explicou que os ingressos serão comprados pela CBF pelo preço comum. A deputada federal Rosinha da Adefal (PT do B/AL) disse que a medida não se trata de privilégio nem de benefício. "É a CBF fazendo responsabilidade social. A gente não precisa de piedade, mas de reconhecimento e de ações afirmativas para inclusão", declarou.
Avaliação de 2011
Em entrevista após o evento, Romário avaliou que o ano de 2011 não foi positivo para o futebol brasileiro e disse que esperava melhores resultados. "Se a Copa fosse hoje, o Brasil não passaria nem da primeira fase com o futebol que está jogando. Está muito abaixo do que pode fazer, da sua qualidade, mas a gente não pode esquecer que faltam 3 anos".
Segundo ele, Mano Menezes em princípio deve continuar à frente da seleção. "Se me fizerem essa mesma pergunta no fim ano que vem e o resultado for o de hoje, deixaria de apoiá-lo", acrescentou, ressaltando que quem decide é a CBF. "A seleção ainda não tem uma base, infelizmente". O ex-atacante também defendeu que Mano não vá para a Olimpíada. "Se fosse o Ricardo, decidiria pelo Ney Franco, que já vem há 3 anos com o grupo. Sendo o Mano, vamos torcer por ele".
O anúncio foi feito nesta sexta-feira, no Rio de Janeiro, em evento que teve a participação de Romário e de outros deputados da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, além de Ronaldo, membro do Conselho de Administração do Comitê Organizador da Copa (COL), e do diretor de Comunicação da CBF, Rodrigo Paiva.
Em discurso, Ronaldo disse que os deficientes foram "esquecidos na Lei Geral da Copa", referindo-se ao projeto que tramita no Congresso. "Nós não vamos esquecer". Romário, que chorou durante a cerimônia, disse que a garantia dos ingressos para deficientes representa a "maior vitória" de seu primeiro ano de mandato. Ele contou um pouco de sua rotina como deputado, que lhe obrigou a reduzir as partidas de futevôlei. "Quando cheguei ao Congresso, pensei: "Que porra é essa que estou fazendo aqui. Hoje estou amarradão".
Rodrigo Paiva explicou que os ingressos serão comprados pela CBF pelo preço comum. A deputada federal Rosinha da Adefal (PT do B/AL) disse que a medida não se trata de privilégio nem de benefício. "É a CBF fazendo responsabilidade social. A gente não precisa de piedade, mas de reconhecimento e de ações afirmativas para inclusão", declarou.
Avaliação de 2011
Em entrevista após o evento, Romário avaliou que o ano de 2011 não foi positivo para o futebol brasileiro e disse que esperava melhores resultados. "Se a Copa fosse hoje, o Brasil não passaria nem da primeira fase com o futebol que está jogando. Está muito abaixo do que pode fazer, da sua qualidade, mas a gente não pode esquecer que faltam 3 anos".
Segundo ele, Mano Menezes em princípio deve continuar à frente da seleção. "Se me fizerem essa mesma pergunta no fim ano que vem e o resultado for o de hoje, deixaria de apoiá-lo", acrescentou, ressaltando que quem decide é a CBF. "A seleção ainda não tem uma base, infelizmente". O ex-atacante também defendeu que Mano não vá para a Olimpíada. "Se fosse o Ricardo, decidiria pelo Ney Franco, que já vem há 3 anos com o grupo. Sendo o Mano, vamos torcer por ele".
Agência Estado
19 de dez. de 2011
Campanha “Não perca pontos na Carteira de Habilitação e ganhe pontos como cidadão”.
O Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Valinhos realizou no dia 17/12 uma campanha de conscientização na área central da cidade, com o objetivo de despertar nos motoristas o respeito às vagas destinadas aos idosos e pessoas com deficiência. O tema da campanha é: “Não perca pontos na Carteira de Habilitação e ganhe pontos como cidadão”.
Pessoas com deficiência e voluntários estiveram no centro de Valinhos para distribuir panfletos da campanha de conscientização, alertando motoristas quanto ao respeito às estas vagas preferenciais. Os valinhenses foram bastante atenciosos e atenderam as solicitações das pessoas com deficiência e dos voluntários.
O motorista que utiliza a vaga de deficiente e idoso sem ter essa condição, está cometendo uma infração leve que prevê uma multa de R$ 53,21, mais três pontos na Carteira de Habilitação, além da remoção do veículo.
O Conselho tem alertado a população. “Temos alertado constantemente através dos meios de comunicação, sobre a desobediência, as pessoas colocam o carro na vaga destinada ao deficiente ou idoso, alegando que é só um minutinho, mas neste minutinho alguém de direito pode precisar da vaga e ela não está disponível. A nossa ação neste sábado é de conscientização, é chamar atenção da população, sobre os direitos que nós deficientes e idosos conquistamos. Está na lei, portanto, precisa ser respeitado”, ressalta Vagner Alves, vice presidente do Conselho.
17 de nov. de 2011
A presidenta Dilma Rousseff lança nesta quinta-feira (17), em Brasília, o Viver sem Limite – Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
A presidenta Dilma Rousseff lança nesta quinta-feira (17), em Brasília, o Viver sem Limite – Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Por meio de ações estratégicas em educação, saúde, inclusão social e acessibilidade, o Plano tem como objetivo promover a cidadania e fortalecimento da participação da pessoa com deficiência na sociedade, promovendo sua autonomia, eliminando barreiras e permitindo o acesso e o usufruto, em bases iguais, aos bens e serviços disponíveis a toda a população.
O Viver sem Limite tem metas para serem implantadas até 2014 com previsão orçamentária de R$ 7,6 bilhões. As ações previstas serão executadas em conjunto por 15 órgãos do Governo Federal, sob a coordenação da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR). Dados do Instituto Brasileiro de Estatísticas e Geografia (IBGE) de 2010 apontam que 23,91% da população brasileira possuem algum tipo de deficiência, totalizando aproximadamente 45,6 milhões de pessoas.
Na área de educação, o Plano prevê ações como a disponibilização do transporte escolar acessível, que viabilizará o acesso dos alunos com deficiência às instituições de ensino; a adequação arquitetônica de escolas públicas e instituições federais de ensino superior, dotando-as de condições adequadas de acessibilidade; implantação de novas salas de recursos multifuncionais e a atualização das já existentes; e a oferta de até 150 mil vagas para pessoas com deficiência em cursos federais de formação profissional e tecnológica. Neste eixo, serão investidos, até 2014, R$ 1,8 bilhão.
Na saúde serão investidos R$ 1,4 bilhão para ampliação das ações de prevenção às deficiências, criação de um sistema nacional para o monitoramento e a busca ativa da triagem neonatal, com um maior número de exames no Teste do Pezinho. Haverá ainda expressivo fortalecimento das ações de habilitação e reabilitação, atendimento odontológico, ampliação das redes de produção e acesso a órtese e prótese. Também terá reforço de ações clínicas e terapêuticas, com a elaboração e publicação de protocolos e diretrizes de várias patologias associadas à deficiência.
Para a promoção da inclusão social, serão implantados Centros de Referência, com a finalidade de oferecer apoio para as pessoas com deficiência em situação de risco, como extrema pobreza, abandono e isolamento social, com previsão orçamentária de R$ 72,2 milhões.
O eixo Acessibilidade prevê ações conjuntas entre União, estados e municípios, com investimento previsto de R$ 4,1 bilhões. O Programa Minha Casa, Minha Vida 2, por exemplo, terá 100% das unidades projetadas com possibilidade de adaptação, ou seja, 1 milhão e 200 mil moradias que podem ser habitadas por pessoas com deficiência. Serão criados, também, cinco centros tecnológicos para a formação, em nível técnico, de treinadores e instrutores de cães-guias em todas as regiões do País. Atualmente, só existem dois instrutores qualificados no Brasil. Ações de mobilidade urbana do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) e da Copa de 2014 cumprirão os requisitos de acessibilidade.
Além da SDH/PR, integram o Viver Sem Limite a Casa Civil, Secretaria-Geral da Presidência da República, Ministérios da Educação, Saúde, Trabalho e Emprego, Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Esporte, Ciência, Tecnologia e Inovação, Cidades, Fazenda, Planejamento, Comunicações, Previdência Social e Cultura.
Viver sem Limite – Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência
Data: 17 de novembro de 2011
Horário: 11h
Local: Palácio do Planalto. Praça dos Três Poderes, Brasília-DF
Assessoria de Comunicação Social
http://www.direitoshumanos.gov.br/
Fonte:http://www.maxpressnet.com.br/
O Viver sem Limite tem metas para serem implantadas até 2014 com previsão orçamentária de R$ 7,6 bilhões. As ações previstas serão executadas em conjunto por 15 órgãos do Governo Federal, sob a coordenação da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR). Dados do Instituto Brasileiro de Estatísticas e Geografia (IBGE) de 2010 apontam que 23,91% da população brasileira possuem algum tipo de deficiência, totalizando aproximadamente 45,6 milhões de pessoas.
Na área de educação, o Plano prevê ações como a disponibilização do transporte escolar acessível, que viabilizará o acesso dos alunos com deficiência às instituições de ensino; a adequação arquitetônica de escolas públicas e instituições federais de ensino superior, dotando-as de condições adequadas de acessibilidade; implantação de novas salas de recursos multifuncionais e a atualização das já existentes; e a oferta de até 150 mil vagas para pessoas com deficiência em cursos federais de formação profissional e tecnológica. Neste eixo, serão investidos, até 2014, R$ 1,8 bilhão.
Na saúde serão investidos R$ 1,4 bilhão para ampliação das ações de prevenção às deficiências, criação de um sistema nacional para o monitoramento e a busca ativa da triagem neonatal, com um maior número de exames no Teste do Pezinho. Haverá ainda expressivo fortalecimento das ações de habilitação e reabilitação, atendimento odontológico, ampliação das redes de produção e acesso a órtese e prótese. Também terá reforço de ações clínicas e terapêuticas, com a elaboração e publicação de protocolos e diretrizes de várias patologias associadas à deficiência.
Para a promoção da inclusão social, serão implantados Centros de Referência, com a finalidade de oferecer apoio para as pessoas com deficiência em situação de risco, como extrema pobreza, abandono e isolamento social, com previsão orçamentária de R$ 72,2 milhões.
O eixo Acessibilidade prevê ações conjuntas entre União, estados e municípios, com investimento previsto de R$ 4,1 bilhões. O Programa Minha Casa, Minha Vida 2, por exemplo, terá 100% das unidades projetadas com possibilidade de adaptação, ou seja, 1 milhão e 200 mil moradias que podem ser habitadas por pessoas com deficiência. Serão criados, também, cinco centros tecnológicos para a formação, em nível técnico, de treinadores e instrutores de cães-guias em todas as regiões do País. Atualmente, só existem dois instrutores qualificados no Brasil. Ações de mobilidade urbana do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) e da Copa de 2014 cumprirão os requisitos de acessibilidade.
Além da SDH/PR, integram o Viver Sem Limite a Casa Civil, Secretaria-Geral da Presidência da República, Ministérios da Educação, Saúde, Trabalho e Emprego, Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Esporte, Ciência, Tecnologia e Inovação, Cidades, Fazenda, Planejamento, Comunicações, Previdência Social e Cultura.
Viver sem Limite – Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência
Data: 17 de novembro de 2011
Horário: 11h
Local: Palácio do Planalto. Praça dos Três Poderes, Brasília-DF
Assessoria de Comunicação Social
http://www.direitoshumanos.gov.br/
Fonte:http://www.maxpressnet.com.br/
10 de nov. de 2011
Inclusão da Pessoa com Deficiência aos longo dos anos
As pessoas estão se concientizando que seus semelhantes, precisam exercer seus direitos e não apenas ser cumpridores de deveres.
Neste contexto encontramos a pessoa com deficiência, que ao longo da evolução humana foi buscando seu lugar na sociedade.
Essa parcela da população durante séculos e décadas foi rejeitada e muitas vezes até submetida a condições de completo abandono e discriminação.
Senão vejamos como as antigas sociedades encaravam a pessoa com Deficiência em suas respectivas épocas.
Na Grécia antiga, as Pessoas com deficiência eram eliminadas.
Platão e Aristoteles diziam que pessoas nascidas “ disformes” deveria ser executadas, atiradas de um penhasco chamado “ Taygetas”.
Os pais tinha permissão para afogar seus filhos com deficiência para não ser um peso para familia.
Na idade média a população sem conhecimento encarava o nascimento de um filho com deficiência como castigo de Deus. Anões e corcundas eram focos de gozações e brinquedos dos ricos.
A partir da Idade Moderna as coisas começaram a mudar e para melhor, com a criação de métodos de Educação para deficientes auditivos por meio de sinal e uma visão mais humanistica.
Com a chegada do século XX os avanços tecnológicos, começaram a dar visibilidade as pessoas com deficiência e muitos começaram a entender que podiam ter um vida igualitária.
Um exemplo claro desta mudança de pensamento, foi a eleição do 32° presidente dos Estados Unidos da América Franklin Delano Roosevelt.
Roosevelt contraiu poliomielite em 1921 aos 39 anos, uma doença que o deixou com grande dificuldade de movimento desde então.
No Brasil, D.Pedro II no século XIX, assinava dois documentos históricos: “Criação do Instituto de Meninos Cegos subvenção anual ao Instituto dos Surdos-Mudos.
A criação desses Institutos se deu em parte pelo fato das famílias abandonarem seus filhos com deficiência, então era preciso um ligar para essas pessoas.
Em meados do século, XX a declaração dos direitos humanos protocolada pela ONU dava respaldo aos direitos das pessoas com deficiência.
Somente na década de 60 que o Brasil começou a avançar na área da pessoa com Deficiência no sentido de inserir essas pessoas na sociedade.
Em 1961 foi criada a Lei de diretrizes de base 4024 versada para educação especial no país da Educação de Excepcionais.
Em 1978 uma Emenda parlamentar n° 12 amplia esses direitos garantindo aos Deficiêntes a melhoria de sua condição, social, econômica e educação especial.
A realidade da pessoa com Deficiência, pode ser encarada como antes e depois da Constituição de 1988 ( A Constituição Cidadã), que garante as pessoas com Deficiência a sua inclusão social.
A Constituição de 1988, veio assegurar a luta das pessoas ao longo de décadas passadas.
Hoje o Brasil é o terceiro pais no mundo com a melhor legislação no âmbito da pessoa com deficiência.
De 1988 até os dias de hoje temos leis importantes no Brasil como: Lei de Cota de 1991, Lei da Acessibilidade 5.296/2004, entre outras que garante os direitos das pessoas com deficiência no Brasil
Em 2009 o decreto 6.949 inseriu o país na Convenção da Onu, que é um instrumento facilitador para o exercício dos direitos reconhecidos no sistema Universal.
Quando um país ratifica uma convenção ele concorda formalmente em fazer o que requer a Convenção.
Esse amparo da Legislação é o primeiro passo a caminho da igualdade de oportunidades desse público.
Apesar desse arsenal Legislativo as pessoas desconhecem seus direitos e esses direitos são vetados.
As pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, tem que exigir esses direitos reivindicar politicas públicas como, o desenho Universal, que ônibus seja adequado a sua necessidade, calçadas descentes, rampas, guias rebaixadas, corrimões dos dois lados de escadas, pisos tátil e direcional, semáforo com sonorizador, interpretes de libras entre outros instrumentos que venha igualar as oportunidades de cada individuo.
Todos somos diferentes, existem pessoas que já nascem com alguma deficiência e outras adquirem motivadas por alterações físicas ou biológicas.
E preciso respeito a diferença e a aceitação da deficiência como parte da diversidade humana e lembrar que todos somos produtos do meio em que vivemos e com atenção as diferenças construiremos uma sociedade com visão de futuro para mudar o presente.
15 de set. de 2011
Bonecos ensinam respeito a vagas de deficientes e idosos em SP
Bonecos coloridos, em tamanho real, estão sendo usados pela Prefeitura de Guarulhos (Grande São Paulo) para mostrar aos motoristas a importância do respeito às vagas para idosos e deficientes. A campanha leva os bonecos, que retratam um menino cadeirante e uma idosa, para shoppings e supermercados e os posiciona justamente nas vagas reservadas. Uma placa que diz "obrigado por respeitar as vagas exclusivas" dá o recado.
MULTAS
Nas vias públicas, quem estaciona em local reservado sem ter um selo que comprove a necessidade pode levar multa de R$ 53,20, além de três pontos na carteira.
18 de ago. de 2011
Afinal o que é acessibilidade?
Quando abordamos o tema acessibilidade a imagem que vem mente é do símbolo Universal da Pessoa Com Deficiência, onde uma pessoa esta sentada numa cadeira de rodas.
Com isso relacionamos o termo Acessibilidade, a barreiras arquitetônicas, como falta de guias rebaixadas, escadas sem corrimões dos dois lados, calçadas desniveladas e completamente esburacadas, desrespeito as vagas especiais para veículos conduzidos ou que transportem pessoas com deficiência.
Mas quando falamos de Acessibilidade estamos trazendo á luz uma medida para qualidade de vida e mobilização em torno das pessoas com deficiência no Brasil e principalmente em Valinhos.
Os lugares em que se procura reduzir as barreiras para essa parcela da população - que representa 14,5% da população brasileira, de acordo com dados do IBGE - são os mais diversos: residências, ruas, meios de transporte, mobiliário urbano, escolas, empresas, e mesmo a Internet
A chave para atingir esse objetivo está no conceito de acessibilidade.
Em 2010 estive em Brasilia para Eleição dos Estados e Cidades do Conade ( Conselho Nacional da Pessoa com Deficiência), para o biênio 2011, 2013, e lá conheci Romeu Kazumi Sassaki, consultor de inclusão escolar e profissional do Banco Mundial, consultor de educação inclusiva da Secretaria de Educação do Estado de Goiás e consultor da Escola de Gente que me dizia - o conceito de acessibilidade deve ser incorporado aos conteúdos programáticos ou curriculares de todos os cursos formais e não-formais existentes no Brasil. “Hoje, a acessibilidade não mais se restringe ao espaço físico, à dimensão arquitetônica”, diz Sassaki. Ele divide o conceito de acessibilidade em seis dimensões: arquitetônica, comunicacional, metodológica, instrumental, programática e atitudinal “Todas essas dimensões são importantes. Se faltar uma, compromete as outras”, diz
Devemos ter em mente que Acessibilidade é promover uma maior igualdade de oportunidades a este grupo da sociedade brasileira.
A Acessibilidade só será entendida e vista como algo a ser cumprida, quando a inclusão de alunos com deficiência acontecer naturalmente na rede pública.
Hoje em todos os setores quando se fala em acessibilidade, parece que estamos tratando de um assunto complexo, secreto e de difícil solução.
Como todo país que tem respeito pela dignidade Humana, devemos pensar que esse desconhecimento é vencido com uma dose de coragem e boa vontade
Uma das causas do desconhecimento por parte dos profissionais do ensino regular e gestores, quanto aos equipamentos e tecnologias necessárias para facilitar a inclusão de alunos com deficiência, se dá por conta destes alunos virem sendo até a pouco, tratados à parte, em instituições especiais de ensino. À medida que estes usuários estejam por toda parte, suas necessidades serão reconhecidas e incorporadas às demais questões nas escolas e em outros ambientes. Com a prática da educação inclusiva, a demanda por acessibilidade será deflagrada até se tornar inquestionável.
O termo Acessibilidade será facilmente entendido quando ser natural uma criança, ouvir seu amigo cego ler um livro em Braile, sua amiga surda – muda, assistir uma palestra com interprete de Libras, seu colega cadeirante poder ter acesso a todos os lugares da escola e seu coleguinha com síndrome de Dow brincar com ele na hora do recreio.
Precisamos acelerar o ritmo da historia da Acessibilidade no Brasil, para que nossos jovens possam estudar, trabalhar tendo ao seu lado pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e que isso seja visto com naturalidade.
Pois esses meninos e meninas irão um dia fazer as políticas públicas do País e com certeza estarão zerados de preconceitos
Portando podemos entender que Acessibilidade é uma maior igualdade de oportunidades.
Com isso relacionamos o termo Acessibilidade, a barreiras arquitetônicas, como falta de guias rebaixadas, escadas sem corrimões dos dois lados, calçadas desniveladas e completamente esburacadas, desrespeito as vagas especiais para veículos conduzidos ou que transportem pessoas com deficiência.
Mas quando falamos de Acessibilidade estamos trazendo á luz uma medida para qualidade de vida e mobilização em torno das pessoas com deficiência no Brasil e principalmente em Valinhos.
Os lugares em que se procura reduzir as barreiras para essa parcela da população - que representa 14,5% da população brasileira, de acordo com dados do IBGE - são os mais diversos: residências, ruas, meios de transporte, mobiliário urbano, escolas, empresas, e mesmo a Internet
A chave para atingir esse objetivo está no conceito de acessibilidade.
Em 2010 estive em Brasilia para Eleição dos Estados e Cidades do Conade ( Conselho Nacional da Pessoa com Deficiência), para o biênio 2011, 2013, e lá conheci Romeu Kazumi Sassaki, consultor de inclusão escolar e profissional do Banco Mundial, consultor de educação inclusiva da Secretaria de Educação do Estado de Goiás e consultor da Escola de Gente que me dizia - o conceito de acessibilidade deve ser incorporado aos conteúdos programáticos ou curriculares de todos os cursos formais e não-formais existentes no Brasil. “Hoje, a acessibilidade não mais se restringe ao espaço físico, à dimensão arquitetônica”, diz Sassaki. Ele divide o conceito de acessibilidade em seis dimensões: arquitetônica, comunicacional, metodológica, instrumental, programática e atitudinal “Todas essas dimensões são importantes. Se faltar uma, compromete as outras”, diz
Devemos ter em mente que Acessibilidade é promover uma maior igualdade de oportunidades a este grupo da sociedade brasileira.
A Acessibilidade só será entendida e vista como algo a ser cumprida, quando a inclusão de alunos com deficiência acontecer naturalmente na rede pública.
Hoje em todos os setores quando se fala em acessibilidade, parece que estamos tratando de um assunto complexo, secreto e de difícil solução.
Como todo país que tem respeito pela dignidade Humana, devemos pensar que esse desconhecimento é vencido com uma dose de coragem e boa vontade
Uma das causas do desconhecimento por parte dos profissionais do ensino regular e gestores, quanto aos equipamentos e tecnologias necessárias para facilitar a inclusão de alunos com deficiência, se dá por conta destes alunos virem sendo até a pouco, tratados à parte, em instituições especiais de ensino. À medida que estes usuários estejam por toda parte, suas necessidades serão reconhecidas e incorporadas às demais questões nas escolas e em outros ambientes. Com a prática da educação inclusiva, a demanda por acessibilidade será deflagrada até se tornar inquestionável.
O termo Acessibilidade será facilmente entendido quando ser natural uma criança, ouvir seu amigo cego ler um livro em Braile, sua amiga surda – muda, assistir uma palestra com interprete de Libras, seu colega cadeirante poder ter acesso a todos os lugares da escola e seu coleguinha com síndrome de Dow brincar com ele na hora do recreio.
Precisamos acelerar o ritmo da historia da Acessibilidade no Brasil, para que nossos jovens possam estudar, trabalhar tendo ao seu lado pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e que isso seja visto com naturalidade.
Pois esses meninos e meninas irão um dia fazer as políticas públicas do País e com certeza estarão zerados de preconceitos
Portando podemos entender que Acessibilidade é uma maior igualdade de oportunidades.
13 de jul. de 2011
2ª Caravana
O objetivo é mobilizar e conscientizar a sociedade para a implementação e consolidação de políticas públicas que contemplem os direitos das pessoas com deficiência
Entre julho e dezembro de 2011, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em parceria com a União de Vereadores do Estado de São Paulo (UVESP), Rede Lucy Montoro e com o apoio do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência (CEAPcD), realiza a 2ª Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania.
A Caravana tem o objetivo de mobilizar e conscientizar a sociedade para a necessidade de implementar e consolidar políticas públicas que contemplem os direitos das pessoas com deficiência.
Segundo estimativas atuais, no Estado de São Paulo há cerca de 5 milhões de pessoas com deficiência, mais de 26 milhões no Brasil, que exigem condições específicas para o pleno exercício de sua cidadania.
Os encontros abordarão temas fundamentais para a plena inclusão da pessoa com deficiência, com destaque para: Educação Inclusiva, Trabalho e Renda, Ações e Programas Prioritários da Secretaria, Direitos e Cidadania da Pessoa com Deficiência, entre outros.
A Caravana tem como publicoalvo prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, autoridades municipais, gestores públicos, pessoas com deficiência, familiares e representantes da sociedade civil em todos os Municípios do Estado de São Paulo.
Os encontros abordarão temas fundamentais para a plena inclusão da pessoa com deficiência, com destaque para: Educação Inclusiva, Trabalho e Renda, Ações e Programas Prioritários da Secretaria, Direitos e Cidadania da Pessoa com Deficiência, entre outros.
A Caravana tem como publicoalvo prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, autoridades municipais, gestores públicos, pessoas com deficiência, familiares e representantes da sociedade civil em todos os Municípios do Estado de São Paulo.
As palestras serão ministradas por especialistas da área, representantes da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, entre outros. A coordenação geral dos encontros é do Assessor Político Carlos Alberto Cruz Filho.
A Caravana é aberta a todos.
Confira as cidades por onde percorrerá a Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania:
30/07 PIRACICABA
13/08 OLÍMPIA
27/08 MOGI DAS CRUZES
10/09 CATANDUVA
24/09 LENCÓIS PAULISTA
08/10 ASSIS
22/10 ITAPETININGA
12/11 ARARAQUARA
26/11 PARIQUERA AÇÚ
10/12 SÃO PAULO (CAPITAL)
16 de jun. de 2011
Rampas contrarias a acessibilidade.
Quando falamos de acessibilidade uma primeira ideia que vem a mente, são as rampas que dão acesso a muitos lugares.Muitas pessoas tentam resolver isso fazendo algumas rampas. Sem orietação e muitas vezes querendo melhorar a vida das pessoas com mobilidade reduzida, acabam fazendo coisas que so prejudicam. Veja estas fotos.
9 de jun. de 2011
Cadê você?
Segundo o Censo 2000 (IBGE), 14,5% da população brasileira tem algum tipo de deficiência. Isso, em números atualizados, corresponde a cerca de 24 milhões de brasileiros. É um universo de pessoas que podem ter nascido com alguma deficiência ou a adquirido ao longo da vida. E quando falamos de ações que melhorem a qualidade de vida dessas pessoas, podemos incluir também as que têm mobilidade reduzida, ou seja, idosos, gestantes, obesos, mulheres com carrinhos de bebê. Isso quer dizer que, se facilitamos acessos ou trabalhamos com políticas públicas de inclusão das pessoas com deficiência, estaremos ampliando o escopo dessas ações para um grupo ainda maior de pessoas.
Em Valinhos ainda não sabemos o número real dessas pessoas, nem onde estão, como vivem, se estão trabalhando, estudando ou recebendo tratamentos específicos.
Falar de acessibilidade é mais que pensar em melhorar as calçadas, guias rebaixadas, colocar rampas, corrimões, pisos tátil.
Precisamos primeiro, saber onde estão essas pessoas? Para que junto ao poder público possamos buscar políticas públicas para algo importante que é a inclusão social dessas pessoas.
Já passou da hora das Pessoas com deficiência de Valinhos, terem o direito de ir ao banco, mercado, shopping, médico sem que para isso seja preciso se fazer uma verdadeira via crucis e mendigar por um direito garantido pela Constituição.
Vivemos num país que mais tem Leis que protege essa parcela da população, mais que não são colocadas em prática, pois falta uma fiscalização dos órgãos públicos e envolvimento das pessoas que precisam.
É isso o que norteia o trabalho do CMDMP (Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência), fazer com que essas Leis possam ser cumpridas e que os direitos sejam respeitados por todos
Esse respeito à diversidade humana, para ser colocado em prática é preciso que as Pessoas com Deficiência ou Mobilidade reduzida, se mostrem, façam parte da sociedade não como vitimas, mais como membros efetivos da sociedade.
Assim, as desculpas irão acabar, pois quem realmente precisa que essas Leis sejam cumpridas será o ator principal desta cobrança de direito.
Pois o homem é único em suas necessidades. O modelo de homem padrão não é o homem real - cada um de nós é diferente em muitos aspectos.
Precisamos saber onde você Pessoa com Deficiência de Valinhos esta? Queremos ouvir suas sugestões para que possamos lutar por uma cidade acessível e inclusiva de diretos.
O CMDPD tem reuniões toda segunda, segunda feira de cada mês e gostaríamos muito de contar com sua participação, informações ligue 3859 -9191 ou acesse http://cmdpdvalinhos.blogspot.com/
6 de abr. de 2011
Contra números não há argumentos.
No Censo realizado pelo CMDPD ( Conselho Municipal dos Direitos das pessoas com Deficiência de Valinhos), em parceria com órgãos e entidade da cidade e região em 2009, chegamos ao número de 503 formulários preenchidos.
Traduzindos, estes números são de 503 pessoas que necessitam de Rampas, piso tátil, calçadas livre de obstáculos, guias rebaixadas, corrimões nas escadas, respeito as vagas de estacionamento.
Sem contar com programas de saúde, educação, lazer e emprego para que esses quinhentos e três cidadãos tenham, condições de usar dos benefícios destinados aos demais munícipes.
Mais e este número citado acima? 503 Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Corresponde á realidade de Pessoas com deficiência na cidade?
Se esta fosse a nossa realidade, estes números já seriam suficiente para que políticas públicas e um olhar mais inclusivo, fosse dado pela sociedade Valinhense á esta parcela da população.
Mas sabemos que estes números estão, muito longe de representar, a quantidade real de pessoas com deficiência em Valinhos.
Apenas como exercício de memória comecei a lembrar de quantas pessoas eu conhecia nesta condição que more em Valinhos. Cheguei ao número de 98 pessoas, logicamente esquecendo de muitas pessoas, que não vieram a mente neste exercício de memória.
Outro dado que mostra que os números do Censo estão longe da realidade, é que até este mês de abril a Secretaria de trânsito da cidade já emitiu 156 credenciais para estacionamento de veículos em vagas reservadas para pessoa com deficiência.
O Censo realizado em 2009, foi sério, envolveu diversas áreas da sociedade, foi bem divulgado.
O retorno dos formulários distribuído junto com a conta de luz, que atingiu todos os domicílios da cidade que recebem energia da empresa CPFL, é que não foi o esperado pelos organizadores do Censo realizado.
O número apresentado (503), forma um grupo de pessoas, que estão antenados com a realidade, que estão buscando caminhos para interagir na sociedade.
Apenas com a participação das pessoas que estão nesta condição, se expondo, mostrando caminhos, solução e cobrando seus diretos é que teremos forças para cobrar do poder público políticas públicas voltadas para á pessoas com deficiência.
Se esconder atrás da deficiência , fazer de conta que ela não existe, ou ficar em casa enquanto a vida segue a todo vapor é uma opção, que vai contra as lutas e conquistas de muitas pessoas que um dia resolveram encarar de frente sua condição e conquistaram muitos direitos que hoje usufruímos e que o leitor em algum momento de sua vida será beneficiado.
Com esta frase de Rui Barbosa, convido você, que tenha ou conheça alguém que tenha alguma Deficiência, á procurar a Casa dos Conselhos na Rua 31 de Março s/n Praça Anny Carolyne Bracalente Vila Boa Esperança, telefone 3859 – 9191.
O simples ato de preencher o formulário será um passo enorme na busca para vermos cumprido os diretos que a Constituição assegura.
Traduzindos, estes números são de 503 pessoas que necessitam de Rampas, piso tátil, calçadas livre de obstáculos, guias rebaixadas, corrimões nas escadas, respeito as vagas de estacionamento.
Sem contar com programas de saúde, educação, lazer e emprego para que esses quinhentos e três cidadãos tenham, condições de usar dos benefícios destinados aos demais munícipes.
Mais e este número citado acima? 503 Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Corresponde á realidade de Pessoas com deficiência na cidade?
Se esta fosse a nossa realidade, estes números já seriam suficiente para que políticas públicas e um olhar mais inclusivo, fosse dado pela sociedade Valinhense á esta parcela da população.
Mas sabemos que estes números estão, muito longe de representar, a quantidade real de pessoas com deficiência em Valinhos.
Apenas como exercício de memória comecei a lembrar de quantas pessoas eu conhecia nesta condição que more em Valinhos. Cheguei ao número de 98 pessoas, logicamente esquecendo de muitas pessoas, que não vieram a mente neste exercício de memória.
Outro dado que mostra que os números do Censo estão longe da realidade, é que até este mês de abril a Secretaria de trânsito da cidade já emitiu 156 credenciais para estacionamento de veículos em vagas reservadas para pessoa com deficiência.
O Censo realizado em 2009, foi sério, envolveu diversas áreas da sociedade, foi bem divulgado.
O retorno dos formulários distribuído junto com a conta de luz, que atingiu todos os domicílios da cidade que recebem energia da empresa CPFL, é que não foi o esperado pelos organizadores do Censo realizado.
O número apresentado (503), forma um grupo de pessoas, que estão antenados com a realidade, que estão buscando caminhos para interagir na sociedade.
Apenas com a participação das pessoas que estão nesta condição, se expondo, mostrando caminhos, solução e cobrando seus diretos é que teremos forças para cobrar do poder público políticas públicas voltadas para á pessoas com deficiência.
Se esconder atrás da deficiência , fazer de conta que ela não existe, ou ficar em casa enquanto a vida segue a todo vapor é uma opção, que vai contra as lutas e conquistas de muitas pessoas que um dia resolveram encarar de frente sua condição e conquistaram muitos direitos que hoje usufruímos e que o leitor em algum momento de sua vida será beneficiado.
“ Quem não luta por seus direitos, não é digno de te – los”
Com esta frase de Rui Barbosa, convido você, que tenha ou conheça alguém que tenha alguma Deficiência, á procurar a Casa dos Conselhos na Rua 31 de Março s/n Praça Anny Carolyne Bracalente Vila Boa Esperança, telefone 3859 – 9191.
O simples ato de preencher o formulário será um passo enorme na busca para vermos cumprido os diretos que a Constituição assegura.
24 de mar. de 2011
Quando as forças se juntam a população é quem ganha
Há algum tempo estamos orientando a Prefeitura local, da importância de se realizar eventos destinado ao público na sala Ivan Fleury Meyrelles, que se localiza no piso superior do Prédio.
O motivo é dos mais plausível: Possibilitar que qualquer munícipe possa interagir com o desenvolvimento da cidade.
Quando determinados eventos são marcados para um local onde o acesso, restringe ou constrange quem tenha alguma deficiência ou mobilidade reduzida, estamos condenando esta parcela da população a se calar diante de situações que poderiam contribuir, e de partilhar conhecimento e convívio social.
Por este motivo, é que atitudes como a tomada pelo poder público de se realizar, a Audiência pública que apresentava alterações no Plano Diretor III realizada no último dia 22/03, e que foi realizada no piso térreo da Prefeitura, vem somar aos esforços que a sociedade caminha para uma cidade mais inclusiva e acessível.
É sabido pelos meios de comunicação da cidade, que em breve um ELEVADOR, será instalado na Prefeitura ( As obras já começaram), dando acesso a sala Ivan Fleury Meyrelles e as outras salas localizadas no piso superior do prédio.
Enquanto o elevador não fica á disposição da população para ser utilizados, são atitudes pontuais como a de se levar, reuniões , eventos, audiências, palestras e outras atividades para um local acessível, que mostra que estamos caminhando para o mesmo sentido e que esta via não tem mão dupla.
A estrada com destino a uma cidade acessível e inclusiva é longa e árdua, para se caminhar sozinho, mais estando junto de pessoas que se colocam no lugar do semelhante e que estão cientes de que o caminho da acessibilidade não tem volta, esta estrada será percorrida mais tranquilamente.
Parabéns a todos que direta ou indiretamente contribuíram para que eventos como o último dia 22/03 fosse realizado em local acessível á população em geral.
E que esta atitude passe a ser regra e não Exceção na condução das políticas públicas de nossa cidade.
10 de mar. de 2011
Por que respeitar as vagas destinadas as Pessoas com deficiência e Idosos?
Toda pessoa independente de classe social, sexo, idade, religião, time de futebol e partido político, precisa exercer seu direito de ir e vir e ficar.Uma pessoa com mobilidade reduzida, muitas vezes se vale de equipamentos como PROTESE, ORTESE, ANDADOR, MULETAS, CADEIRA DE RODAS e outros aparelhos para ter condições de se locomover e circular por onde for preciso.
Quem depende desses equipamentos para andar, tem mais dificuldade e muitas vezes não tem condições físicas de fazer os mesmo movimentos que as pessoas que não tenha nenhum tipo de limitação física.Foi pensando em situações como acima citada que os legisladores do país, elaboraram a lei que reserva as vagas para pessoas com deficiência e Idosos, que devem estar sinalizadas conforme o padrão adotado pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito), sendo 5 por cento para idosos e dois por cento para pessoas com deficiência.
Mas estas vagas são na maioria das vezes usadas por pessoas que não precisam da vaga e por comodidade estacionam seus veiculos no primeiro local vazio que encontram pela frente.
Quem usa indevidamente essas vagas, se vale do argumento de que é ‘’ rapidinho”, mais este rapidinho é impossível da pessoa calcular, afinal vai depender do tempo que ela será atendida no estabelecimento que se dirigiu.
Enquanto isso, lá fora pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida que necessite de cadeira de rodas, muletas, andador, bengala, tem que rodar pela cidade em busca de uma vaga para estacionar, sempre longe do local desejado e precisa enfrentar as calçadas desniveladas e esburacadas, correndo risco de cair e piorar mais sua condição.
Essas vagas estrategicamente colocadas próximo a entradas de Shopping, Bancos, órgãos públicos, são para facilitar o deslocamento dessas pessoas, que para ter direito de usa - las precisam de uma Credencial com validade em todo território Nacional.
Com esta credencial a complacência do agente de trânsito, que em muitas situações ficava sem saber se o veiculo, que estava na vaga especial, era ou não a condução de alguma pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida e não aplicava as sanções cabíveis, termina.
È obrigação de todas as pessoas com deficiência, tirar esta credencial, pois como cidadãos, temos direitos e deveres a ser cumpridos. E se mesmo sendo pessoa com deficiência, mas não usando a credencial devidamente, será multado, como estabelece as resoluções 303 e 304 de 18 de Dezembro de 2008.
Hoje, tal ação caracteriza infração leve, com 3 pontos na carteira e multa no valor de R$ 53,20.
Tramita na Camará dos Deputados, desde fevereiro deste ano, projetos Lei de autoria da deputada federal Mara Gabrilli.
O Projeto de Lei prevê fiscalização de vagas reservadas em estabelecimentos como shoppings, supermercados, Estádios, e hospitaisA proposta é que a infração seja considerada grave, acarretando 5 pontos na carteira, além de multa no valor de R$ 127,69.
A vizinha cidade de Piracicaba através de seu legislativo tomou uma posição que pode dar frutos nas cidades da região Metropolitana de Campinas.
O vereador André Gustavo Bandeira (PSDB), propôs o projeto que estabelece punição ao motorista que estacionar indevidamente seu veículo em um local reservado para idosos ou pessoas com deficiência.
Em Piracicaba deste o dia 18 de Fevereiro shoppings, supermercados e órgãos públicos serão fiscalizados e quem usar as vagas sem credencial será advertido e posteriormente multado.
O ideal seria que ás pessoas que não tenha deficiência ou qualquer tipo de limitações respeitassem essas vagas e zelassem por elas.
E para quem pensa que este assunto não tem nada a ver com você, saiba que, o número de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, só ira aumentar nos próximos anos, devido a violência, acidentes seja de carros ou outras formas e mesmo pelas pessoas que continuarão nascendo com algum tipo de deficiência.
Atualmente, é universalmente aceito que todos temos mobilidade reduzida, em períodos específicos de nossas vidas.
Então que respeitemos para que num futuro próximo, sejamos respeitados.
4 de mar. de 2011
Mídia e Deficiência: 10 dicas para uma cobertura qualificada sobre Deficiência
1. Lembrar que o adjetivo “inclusivo” está associado a ambientes e a relacionamentos abertos à diversidade humana, e não simplesmente a situações que envolvam pessoas com deficiência.
Nesse contexto, “escola inclusiva” e “trabalho inclusivo”, por exemplo, são expressões utilizadas equivocadamente pela mídia, que as reproduz como sinônimos da presença de crianças, jovens ou adultos com deficiência. Só podem ser qualificados como “inclusivos” ambientes, relacionamentos, ações e situações que ofereçam a todo e qualquer ser humano, mas a qualquer ser humano mesmo, oportunidades de desenvolver seus potenciais com dignidade. Na dúvida se a palavra “inclusão” cabe em determinado contexto, o jornalista pode optar pelo vocábulo “inserção”, que não está vinculado a movimentos internacionais pela garantia dos direitos humanos de pessoas com deficiência.
2. Não correr o risco de considerar como notícia o que não é notícia.
O assunto Deficiência costuma gerar um tipo de emoção que muitas vezes impede o jornalista de manter a lucidez defendida no exercício diário da profissão. Toda notícia sobre Deficiência parece ser uma superpauta, o que nem sempre é verdade. Ao receber um release, é importante evitar ser influenciado pelo que parece inusitado e ótimo, porque a pauta pode ser antiga e equivocada.
3. Ao fazer uma matéria sobre deficiência, ficar atento para não mudar seus critérios de investigação habituais.
Jornalistas precisam manter, diante do assunto Deficiência, o mesmo olhar crítico e desconfiado com que se debruçam sobre outros temas. Não é isso o que vem acontecendo. A experiência mostra que ao apurar uma matéria sobre Deficiência, os profissionais de imprensa se tornam mais ingênuos, menos críticos, acreditam demais nas pessoas que entrevistam e, mesmo quando procuram obter mais de um depoimento, têm dificuldade para perceber o que existe de comum e de nãocomum entre a abordagem desses personagens.
Deslizes inadmissíveis em outras áreas, como informação de má qualidade, são mais facilmente justificados se a matéria é sobre Deficiência, principalmente se envolve o conceito de inclusão, uma vez que este é um grande desconhecido até mesmo pelas pessoas com deficiência.
4. No afã de não discriminar, muitos profissionais da imprensa superestimam as pessoas com deficiência.
Esse tipo de discriminação se manifesta através de adjetivos generalizantes, como dizer que empregados com deficiência são mais leais e produtivos, ou homogeneizações, como escrever que crianças com síndrome de Down têm necessariamente um dom para as artes. É importante manter em vista que pessoas com deficiência continuam sendo, antes de tudo, pessoas. Portanto, existem as más e as boas, as trabalhadoras e as preguiçosas, as honestas e as desonestas etc.
5. Evitar a idéia de que só a pessoa com deficiência que tem perfil de herói, capaz de superar brilhantemente suas limitações, é bem sucedida e se sente feliz.
Todas as pessoas são um conjunto indissociável de talentos e limitações, que se manifestam de forma mais ou menos contundente em função do ambiente que nos cerca. Assim, os super-heróis totais e infalíveis existem mais freqüentemente no nosso desejo do que na realidade, e as matérias que os valorizam devem tomar cuidado para não minimizar o valor de uma pessoa com deficiência que não optou por esse caminho. A inclusão nos propõe a construção de uma sociedade na qual os heróis sejam apenas mais uma possibilidade.
6. Ter uma Deficiência não é o mesmo que estar doente.
Deficiência também não é sinônimo de ineficiência. Deficiência e doença têm definições distintas pela Organização Mundial de Saúde. Ao confundir deficiência com doença, a mídia comumente reforça a idéia precipitada de que o primeiro passo para inserir uma pessoa com deficiência na sociedade é curá-la, quase “normalizá-la”. Ao contrário, reabilitada ou não, tendo freqüentado uma escola regular ou não, pessoas com deficiência são titulares de direito. Muito comum, na mídia, é a veiculação de campanhas publicitárias que expressam claramente o quanto ainda persiste no imaginário da sociedade o impulso de escamotear a Deficiência, como se ela fosse ilegítima, e devesse ser combatida como se faz com uma doença. Com certeza, não se deseja a deficiência, mas só a partir do seu reconhecimento é possível avançar em um processo de inclusão.
7. Não usar as expressões “o portador” e “o deficiente”.
Profissionais da mídia não precisam utilizar o termo “portador”. A palavra está na nossa Constituição, mas deve ser evitada por se tratar de um eufemismo desnecessário. “Deficiente”, por sua vez, toma a parte como um todo, passando a idéia de que a pessoa inteira é deficiente. O melhor é usar “pessoa/ indivíduo/gente com deficiência” ou “pessoa/indivíduo/ gente que tem deficiência”.
8. Citar a legislação brasileira e as convenções internacionais é fundamental para que a opinião pública vá sendo educada a refletir com mais segurança sobre inclusão.
Ainda vigora a idéia de que pessoas com deficiência “ganham privilégios”, “recebem dádivas”, “têm sorte por determinada razão”... Muita gente ainda têm a impressão de que as leis inclusivas, em nosso País, são recentes, inéditas, recém assinadas. Isto porque raramente são citadas pela imprensa, que acaba se interessando mais pelo factual, desprovido de uma abordagem que eleva o tema a assunto de interesse público. A Constituição Federal não deixa dúvidas sobre seu caráter inclusivo e isso precisa ser dito com todas as letras.
9. O tema Deficiência deve ser utilizado transversalmente.
A idéia é que abandonemos, aos poucos, o desejo de fazer super reportagens especiais sobre pessoas com deficiência em datas de festa e que o assunto passe a ser ventilado sempre que possível em cadernos de turismo (os hotéis citados têm acessibilidade?), na seção de cultura (as bibliotecas têm em seu acervo livros em braile? O Teatro Municipal tem legenda e intérprete de Libras em seus espetáculos?), nos suplementos para adolescentes (por que não realizar rodas de debates entre jovens com e sem deficiência, tendo como foco questões como vestibular, namoro, uso de drogas etc?).
10. Exercitar a idéia de que pessoas com deficiência são geradoras de capital social.
Todas as pessoas devem participar da vida cultural de suas comunidades. Nesse contexto, vem surgindo um novo tipo de direito, o cultural, para garantir que os cidadãos mantenham e satisfaçam a diversidade e as necessidades de seus modos de vida. Os direitos culturais são parte dos direitos humanos, mas de todos os humanos, sem exceção. A inclusão não é, definitivamente, uma forma generosa de resolver o problema da segregação das crianças e jovens com deficiência que hoje estão em escolas especiais ou sem acesso a seu primeiro emprego. No âmbito da educação, a escola inclusiva é também saída para a crise do ensino brasileiro.
Fonte : Mídia e deficiência / Veet Vivarta, coordenação. – Brasília: Andi ; Fundação Banco do Brasil, 2003
1 de mar. de 2011
Mara Gabrilli já possui diversas propostas destinadas às pessoas com deficiência
Além de exigir acessibilidade na câmara, Mara Gabrilli já possui diversas propostas destinadas às pessoas com deficiênciaAos que estacionarem sem autorização em vagas reservadas, o projeto prevê infração grave, 5 pontos na carteira, com multa de R$ 127,69 e remoção do veículo. A resolução do Conselho Nacional de Trânsito que regulamenta as vagas reservadas prevê hoje inflação leve, com multa de R$ 53,20, 3 pontos na carteira e remoção do carro. Pela lei, 2% do total de vagas em estacionamentos devem ser destinadas a veículos que transportem pessoas com deficiência física ou visual e 5% para idosos.
A proposta também acrescenta às competências dos órgãos de trânsito fazer a fiscalização do uso dessas vagas em "edificações de uso público ou edificações privadas de uso coletivo", incluindo aí hotéis, clubes, teatros, escolas, igrejas, hospitais, entre outros.
"Diversos órgãos de trânsito municipais têm se recusado a autuar automóveis indevidamente estacionados em vagas reservadas, sob o argumento de que não lhes é permitido fiscalizar áreas privadas", diz o texto do projeto.
"Hoje, as pessoas entram nessas vagas sem nenhum tipo de fiscalização. Não há como multar, o segurança do local não tem poder de polícia e assim, mesmo se quiser, não consegue deixar a vaga livre", acrescenta a deputada. A parlamentar também quer que o cumprimento à cota de funcionários com deficiência seja critério obrigatório para a participação em processos de licitação de empresas públicas.
Pretende ainda criar uma comissão permanente na Câmara dos Deputados para tratar dos direitos das pessoas com deficiência. "Seria uma forma de trabalhar os assuntos com todos os partidos e levar a causa para toda a Casa, tentando deixá-la acima de questões partidárias", defende.
Fonte: Portal Terra (28/02/11)
22 de fev. de 2011
Atenção Você que tenham alguma Deficiência!
O CMDPD dispõe hoje de um programa de computador elaborado por alunos da Faculdade de Valinhos, que recebe os dados das Pessoas com Deficiência, assim é possível fazer uma analise quantitativa e verificar em quais regiões da cidade se concentra um maior número de Pessoas com mobilidade reduzida, dividir por sexo, idade, escolaridade e tipo de deficiência.
Por isso é importante que todas as pessoas que tenha algum tipo de deficiência preencha o Formulário e entregue na Casa dos Conselhos.
Lembre se “Quem não se expõe não se impõe”.
O Portador Caiu. Falando sobre Deficiência. Dicas Rápidas para Jornalistas.
Muito interessante a matéria abaixo e respeintando os direitos dou os devidos créditos aos seus idealizadores e divido com você.
O Portador Caiu. Falando sobre Deficiência. Dicas Rápidas para Jornalistas.
quinta-feira, dezembro 16, 2010
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Por Equipe Inclusive
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- Mudança – a sociedade é que é inacessível.
O PORTADOR CAIU. PESSOA COM DEFICIÊNCIA é o termo correto e legal desde a Convenção.
Quem tem deficiência pode portar bengala, cadeira, mas a deficiência continua lá. Tipos de deficiência – Use os termos escolhidos pelas próprias pessoas com deficiência:
- sensorial – visual (cego e baixa visão) e auditiva (surdo)
- intelectual (síndrome de Down e outros)
- física (paraplégico, tetraplégico, amputado…)
- múltipla (mais de uma deficiência, surdo-cego, etc)
Ex: pessoa com deficiência física, aluno com síndrome de Down, secretária com deficiência múltipla, jovem com deficiência intelectual, rapaz surdo, criança cega, etc.
Acessibilidade:
- Falta de acessibilidade, inclusive na comunicação (impressa, sites, etc). Quando postar uma foto ou mandar um email, faça a descrição da imagem, inclusive de convites em arquivo de imagem (jpg, etc). A regra é: tudo que não pode ser iluminado com o cursor não dá pra ser lido pelo ledor de texto do computador usado por quem é cego ou tem baixa visão.
Educação:
- A educação inclusiva em escola regular fica garantida. A desculpa de que a escola não está preparada para receber estudantes com necessidades educacionais específicas constitui crime constitucional.
- O ensino especial deve dar suporte para o aluno frequentar a escola regular.
- As escola, públicas e privadas têm que provar ao Ministério Público que lançaram mão de todos os recursos possíveis antes de dispensar qualquer estudante.
Trabalho:
- A incapacidade deve ser encarada apenas como mais um atributo do cidadão. Por exemplo, a empresa que diz que não pode contratar para cumprir a legislação de cotas é que tem a obrigação de buscar meios de se adaptar.
Como o coleguinha pode ajudar?
Inclusão leva à Inclusão – Mostre atitudes e histórias inclusivas.
- A Convenção ainda é desconhecida de juízes e das próprias pessoas com deficiência. Ajude a torná-la conhecida citando-a nas matérias.
- Entreviste as próprias pessoas com deficiência, não seus acompanhantes ou especialistas.
- Evite a exploração da imagem do coitadinho, da tragédia, da desgraça.
- Procure abordar temas que afetem a qualidade de vida do cidadão com deficiência como transporte, moradia e saúde acessíveis, escola, oportunidades de tabalho e discriminação.
- Fuja da palavra especial. Ela foi usada durante muito tempo como um eufemismo, para “compensar” a deficiência. Ainda é usada referente à educação (necessidades educacionais especiais), mas mesmo aí é preferível e mais correto dizer necessidades específicas.
- Tome cuidado com histórias de superação, heroísmo. Tente mostrar o personagem como uma pessoa qualquer, use uma abordagem positiva, mas sem ser piegas.
- Não reforce esteriótipos: (trabalhadores com deficiência são melhores e mais esforçados do que os trabalhadores sem deficiência, chegam na hora, não faltam… pessoas com síndrome de Down são anjos, tão ingênuos e carinhosos… funcionários cegos tem tanta sensibilidade… etc. )
- Prefira palavras neutras – ocorrência, evento, condição…
- Não use palavras negativas (defeituosa, excepcional, doença, erro genético, paralítico, ceguinho, mudo, mongolóide, retardado, mutação, sofrer, anomalia, problema, acometer, risco, preso ou condenado a uma cadeira de rodas… etc)
Ex: O risco de uma mãe ter um filho com síndrome de Down aumenta com a idade.
A probabilidade de uma mãe ter um filho com síndrome de Down aumenta com a idade.
Na primeira frase, ao usar a palavra risco, faz-se julgamento de valor, induzindo o leitor a pensar a síndrome de Down de forma negativa.
Para mais informações:
Texto da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/decreto/d6949.htm
Convenção: a carta de alforria das pessoas com deficiência
http://www.inclusive.org.br/?p=3307
Terminologia
http://www.inclusive.org.br/?p=41
Inclusão é mais rápida com o apoio da mídia
http://www.inclusive.org.br/?p=18150
Lei da Acessibilidade – LEI Nº 7.853, DE 24 DE OUTUBRO DE 1989.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L7853.htm
Art. 8º Constitui crime punível com reclusão de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa:
I – recusar, suspender, procrastinar, cancelar ou fazer cessar, sem justa causa, a inscrição de aluno em estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau, público ou privado, por motivos derivados da deficiência que porta;
II – obstar, sem justa causa, o acesso de alguém a qualquer cargo público, por motivos derivados de sua deficiência;
III – negar, sem justa causa, a alguém, por motivos derivados de sua deficiência, emprego ou trabalho;
IV – recusar, retardar ou dificultar internação ou deixar de prestar assistência médico-hospitalar e ambulatorial, quando possível, à pessoa portadora de deficiência;
V – deixar de cumprir, retardar ou frustrar, sem justo motivo, a execução de ordem judicial expedida na ação civil a que alude esta Lei;
VI – recusar, retardar ou omitir dados técnicos indispensáveis à propositura da ação civil objeto desta Lei, quando requisitados pelo Ministério Público.
Por Patricia Almeida
Inclusive – inclusão e cidadania
Dúvidas? Sugestões? Escreva para a gente – inclusive@inclusive.org.br
Publicado em quinta-feira, dezembro 16th, 2010 - 7:12 e classificado em + NOTÍCIAS, De Nossa Parte, Deficiência, INCLUSÃO, Mídia e Deficiência. Você pode acompanhar os comentários sobre esta publicação agregando este RSS 2.0 feed
O Portador Caiu. Falando sobre Deficiência. Dicas Rápidas para Jornalistas.
quinta-feira, dezembro 16, 2010
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| Foto de gatinho indefeso. Evite a exploração da imagem de coitadinho. |
Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência:
- Ratificada pelo Congresso em 2008 com força constitucional.- Mudança – a sociedade é que é inacessível.
O PORTADOR CAIU. PESSOA COM DEFICIÊNCIA é o termo correto e legal desde a Convenção.
Quem tem deficiência pode portar bengala, cadeira, mas a deficiência continua lá. Tipos de deficiência – Use os termos escolhidos pelas próprias pessoas com deficiência:
- sensorial – visual (cego e baixa visão) e auditiva (surdo)
- intelectual (síndrome de Down e outros)
- física (paraplégico, tetraplégico, amputado…)
- múltipla (mais de uma deficiência, surdo-cego, etc)
Ex: pessoa com deficiência física, aluno com síndrome de Down, secretária com deficiência múltipla, jovem com deficiência intelectual, rapaz surdo, criança cega, etc.
Acessibilidade:
- Falta de acessibilidade, inclusive na comunicação (impressa, sites, etc). Quando postar uma foto ou mandar um email, faça a descrição da imagem, inclusive de convites em arquivo de imagem (jpg, etc). A regra é: tudo que não pode ser iluminado com o cursor não dá pra ser lido pelo ledor de texto do computador usado por quem é cego ou tem baixa visão.
Educação:
- A educação inclusiva em escola regular fica garantida. A desculpa de que a escola não está preparada para receber estudantes com necessidades educacionais específicas constitui crime constitucional.
- O ensino especial deve dar suporte para o aluno frequentar a escola regular.
- As escola, públicas e privadas têm que provar ao Ministério Público que lançaram mão de todos os recursos possíveis antes de dispensar qualquer estudante.
Trabalho:
- A incapacidade deve ser encarada apenas como mais um atributo do cidadão. Por exemplo, a empresa que diz que não pode contratar para cumprir a legislação de cotas é que tem a obrigação de buscar meios de se adaptar.
Como o coleguinha pode ajudar?
Inclusão leva à Inclusão – Mostre atitudes e histórias inclusivas.
- A Convenção ainda é desconhecida de juízes e das próprias pessoas com deficiência. Ajude a torná-la conhecida citando-a nas matérias.
- Entreviste as próprias pessoas com deficiência, não seus acompanhantes ou especialistas.
- Evite a exploração da imagem do coitadinho, da tragédia, da desgraça.
- Procure abordar temas que afetem a qualidade de vida do cidadão com deficiência como transporte, moradia e saúde acessíveis, escola, oportunidades de tabalho e discriminação.
- Fuja da palavra especial. Ela foi usada durante muito tempo como um eufemismo, para “compensar” a deficiência. Ainda é usada referente à educação (necessidades educacionais especiais), mas mesmo aí é preferível e mais correto dizer necessidades específicas.
- Tome cuidado com histórias de superação, heroísmo. Tente mostrar o personagem como uma pessoa qualquer, use uma abordagem positiva, mas sem ser piegas.
- Não reforce esteriótipos: (trabalhadores com deficiência são melhores e mais esforçados do que os trabalhadores sem deficiência, chegam na hora, não faltam… pessoas com síndrome de Down são anjos, tão ingênuos e carinhosos… funcionários cegos tem tanta sensibilidade… etc. )
- Prefira palavras neutras – ocorrência, evento, condição…
- Não use palavras negativas (defeituosa, excepcional, doença, erro genético, paralítico, ceguinho, mudo, mongolóide, retardado, mutação, sofrer, anomalia, problema, acometer, risco, preso ou condenado a uma cadeira de rodas… etc)
Ex: O risco de uma mãe ter um filho com síndrome de Down aumenta com a idade.
A probabilidade de uma mãe ter um filho com síndrome de Down aumenta com a idade.
Na primeira frase, ao usar a palavra risco, faz-se julgamento de valor, induzindo o leitor a pensar a síndrome de Down de forma negativa.
Para mais informações:
Texto da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/decreto/d6949.htm
Convenção: a carta de alforria das pessoas com deficiência
http://www.inclusive.org.br/?p=3307
Terminologia
http://www.inclusive.org.br/?p=41
Inclusão é mais rápida com o apoio da mídia
http://www.inclusive.org.br/?p=18150
Lei da Acessibilidade – LEI Nº 7.853, DE 24 DE OUTUBRO DE 1989.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L7853.htm
Art. 8º Constitui crime punível com reclusão de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa:
I – recusar, suspender, procrastinar, cancelar ou fazer cessar, sem justa causa, a inscrição de aluno em estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau, público ou privado, por motivos derivados da deficiência que porta;
II – obstar, sem justa causa, o acesso de alguém a qualquer cargo público, por motivos derivados de sua deficiência;
III – negar, sem justa causa, a alguém, por motivos derivados de sua deficiência, emprego ou trabalho;
IV – recusar, retardar ou dificultar internação ou deixar de prestar assistência médico-hospitalar e ambulatorial, quando possível, à pessoa portadora de deficiência;
V – deixar de cumprir, retardar ou frustrar, sem justo motivo, a execução de ordem judicial expedida na ação civil a que alude esta Lei;
VI – recusar, retardar ou omitir dados técnicos indispensáveis à propositura da ação civil objeto desta Lei, quando requisitados pelo Ministério Público.
Por Patricia Almeida
Inclusive – inclusão e cidadania
Dúvidas? Sugestões? Escreva para a gente – inclusive@inclusive.org.br
Publicado em quinta-feira, dezembro 16th, 2010 - 7:12 e classificado em + NOTÍCIAS, De Nossa Parte, Deficiência, INCLUSÃO, Mídia e Deficiência. Você pode acompanhar os comentários sobre esta publicação agregando este RSS 2.0 feed
9 de fev. de 2011
Enquanto em Valinhos nem rampas acessiveis temos veja o que Paulinia oferece aos seus Moradores.
Prefeitura vai construir 100 pontos de ônibus com cobertura, banco e adaptação para pessoas com deficiência A Prefeitura de Paulínia irá instalar nos próximos 90 dias 100 abrigos de pontos de ônibus em pelo menos 100 ruas da cidade. Os pontos serão de módulos de concreto, com cobertura, banco e adaptação para pessoas com deficiência. Os pontos serão em forma de concha. Áreas com maior demanda receberão mais pontos.
Ele reclamou também que em dias de calor intenso ou de chuva os moradores da região e trabalhadores ficam expostos e sofrem.
A Secretaria de Transportes informou que espera só a ordem de serviço.Fonte: Todo Dia
E a Caminhabilidade em Valinhos.
A liberdade em questão, possibilitaria que todos tenhamos acesso aos passeios públicos sem ter que enfrentar os desníveis, buracos, rampas fora dos padrões, lixeiras, pontos de ônibus, bancas de jornais, bueiros destampados, e pisos escorregadios. A verdade é que esses casos são ainda muito comuns nas cidades do Brasil e Valinhos não foge a essa regra.
Nossas calçadas deveriam facilitar a circulação dos pedestres e possibilitar que as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida encontrassem menos ou nenhuma dificuldade para chegar até Postos de saúde, Hospitais, Cinemas, Igrejas, estabelecimentos comerciais, Parques públicos, eventos culturais.Lugares público e que devem ser frequentado por qualquer pessoa, mesmo aquelas sem condições ou com dificuldades de locomoção. As calçadas sem qualidade e os locais inacessíveis inibem a participação dessas pessoas na sociedade, levando-as ao isolamento, obrigando-as a se concentrarem em locais fechados e impedindo-as de interagir com a sociedade.
Somente pelas calçadas podemos chegar ao trabalho, fazer compras, frequentar clubes, ir ao shopping. A questão é que esses espaços, conforme determinam as leis, são de responsabilidade do proprietário do imóvel e talvez por isso nos deparamos com as mais diferentes situações: calçadas irregulares, obstáculos, raízes de árvores, pequenos jardins, calçadas sem nenhuma acessibilidade.
Exemplificando este fato no nosso município, é só o leitor passear pelas ruas do centro da cidade.
Rua 21 de Dezembro a faixa de pedestre termina numa guia não rebaixada e para um cadeirante chegar ao centro comercial daquela rua precisa de ajuda de terceiros.
Sete de Setembro, piso escorregadio, buracos e os lojistas que picam papel para suas promoções quando os pedaços vão para calçadas vira uma armadinha para que usa muletas ou bengalas.
Rua Antonio Carlos, calçadas sempre, soltando parte do piso, e buracos com risco de um acidente grave.
Praça Washington Luiz as calçadas não tem guias rebaixadas adequadamente, e sem nenhuma sinalização para deficiente visual
Paço Municipal, as rampas que existe estão fora das normas e próximas as plantas de um pequeno jardim, como as duas rampas são estreitas, para se chegar ao saguão é preciso sentir as folhas das plantas no rosto, e se estiver chovendo ao passar pelo local, terá as roupas molhada.
Citamos apenas alguns pontos, onde o leitor não irá encontrar uma calçada que atenda aos critérios na NBR 9050/2004 , da Associação Brasileira de Normas Técnicas.
O Comércio local, que tanto propaga para que os moradores comprem na cidade, não se preocupa com este fato, pois em suas políticas de melhoria para o centro a questão acessibilidade é item duodécimo segundo.
Talvez seja por que no pensamento dos empresários da cidade se imagina que o número de pessoas com deficiência que precise de calçadas acessíveis seja pequeno para justificar algum investimento.
Mais não podemos esquecer que os idosos, os obesos ou os deficientes temporários, como aqueles que estão com algum membro imobilizado, assim como os milhares que se acidentam diariamente no trânsito de nossas cidades.
Um estudo do Hospital das Clínicas de São Paulo revelou que idosos e mulheres com sapato de salto alto são as duas vítimas mais comuns de acidades nas calçadas.
O que queremos deixar claro é que não adianta ter, por exemplo, um banco com rampas acessíveis, se as calçadas, que são a principal forma de acesso a esses locais e aos meios de transportes, são inacessíveis?
Esta mais que na hora de se pensar numa Valinhos como um todo, e não apenas naqueles que ainda não precise de auxilio para se locomover.
Engenheiro, arquitetos que são responsáveis pelas construção na cidade precisam colocar o tema acessibilidade nas suas obras e procurar caminhos para implantação de casas, edifícios, centros comerciais com total acessibilidade.
E o poder público deve fazer cumprir a legislação, já é chegada a hora de se caminhar nas calçadas da nossa Valinhos livre de obstáculos e firmar os passos rumo a uma cidade mais justa e igualitária.
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