Para cerca de 45 milhões de pessoas com deficiência no país, o principal desafio do governo federal em 2012 é garantir que o Plano Viver Bem – que fixa metas que asseguram mais qualidade de vida para essas pessoas – seja transformado em ações concretas. O secretário nacional da Pessoa com Deficiência, Antônio José Ferreira, disse que as medidas dependem de uma ação conjunta dos governos federal, estadual e municipal e a sociedade. “O nosso desafio é tirar do papel e por em prática as ações previstas no plano. As pessoas com deficiência precisam de equiparação de oportunidades. Para isso, é necessário que todos cooperem. As garantias da preservação de direitos e oportunidades envolvem o conjunto da sociedade e não apenas uma parcela”, disse Ferreira. “Estamos falando de 23,9% da sociedade brasileira, segundo dados do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística].” Presidenta Dilma lança o plano “Viver Sem Limite” para pessoas com deficiência Ao defender a execução das metas do plano, Ferreira lembrou as dificuldades que passa diariamente. Deficiente visual desde criança, o secretário disse que todos os dias tem de superar barreiras. “Por isso, nós não falamos em deficiências mais severas ou mais leves. São deficiências e temos de ter condições de superá-las”, acrescentou. Em novembro, a presidenta Dilma Rousseff e a ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, lançaram o Plano Nacional da Pessoa com Deficiência – que passou a ser chamado de Viver Bem. No plano, há uma série de medidas estabelecendo o acesso das pessoas com deficiência aos direitos básicos – como ao mercado de trabalho e à mobilidade urbana. As ações do programa estão em três eixos – educação, saúde e proteção social. As ações são definidas por setor para que todos os ministérios e órgãos públicos atuem pela consolidação das políticas destinadas a essas pessoas. De acordo com Ferreira, o plano garantiu a conquista de assegurar recursos no Orçamento Geral da União em todas as áreas para as ações destinadas aos programas destinados às pessoas com deficiência. Segundo ele, também assegura a participação de organizações não governamentais (ONGs) desde que estejam conveniadas. Para o secretário, o Brasil, apesar dos desafios que têm de enfrentar, fez conquistas que considera “históricas”. Ele lembrou que o país ocupa o primeiro lugar na América do Sul em políticas destinadas às pessoas com deficiência, tendo como carro-chefe o chamado benefício continuado – por meio do qual as consideradas carentes recebem um salário mínimo (R$ 545). De acordo com Ferreira, cerca de 2 milhões de cidadãos recebem o benefício. Ferreira disse também que o plano é o principal responsável pela consolidação das políticas públicas para as pessoas com deficiência. Antes, eram ações pulverizadas e nem sempre os coordenadores se comunicavam. “Com o plano foi implantado o viés da integração”. Fonte: Agência Brasil Referência: http://www.pernambuco.com/http://www.diariodepernambuco.com.br/vidaurbana/ |
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2 de jan. de 2012
Transformar decreto em ações
29 de dez. de 2011
Cuidado com a linguagem
O termo "pessoas portadoras de deficiência" foi substituído por "pessoa com deficiência". O nome da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República terá suprimido o termo "especial", ficando então Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
Assim sendo, não se usa mais chamar, Portador de necessidades especial ou portador de Deficiência. Pessoa com deficiência este é o termo correto. Que meus amigos jornalistas fiquem atentos e nos ajude nesta caminhada.
26 de dez. de 2011
Copa de 2014 terá cota de ingressos para deficientes
Após um pedido feito pelo deputado federal Romário (PSB-RJ), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou que vai doar 32 mil ingressos da Copa do Mundo de 2014 para pessoas com deficiência que comprovem baixa renda. Serão 500 ingressos gratuitos por jogo, incluindo os acompanhantes dos deficientes, mas os critérios e a forma de distribuição ainda não foram definidos.
O anúncio foi feito nesta sexta-feira, no Rio de Janeiro, em evento que teve a participação de Romário e de outros deputados da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, além de Ronaldo, membro do Conselho de Administração do Comitê Organizador da Copa (COL), e do diretor de Comunicação da CBF, Rodrigo Paiva.
Na entrevista, Romário relatou ter recebido críticas de seguidores no Twitter e no Facebook que interpretaram a sua decisão de procurar a CBF há uma semana como uma aliança com o presidente Ricardo Teixeira e a "banda podre" da entidade. "Não estou aqui para defender ninguém, não estou aqui para defender o Ricardo Teixeira, o Ronaldo ou o COL. Estou aqui para defender direitos que, na minha opinião, são justos", disse.O ex-jogador disse ter ficado surpreso com a rapidez com que o seu pedido foi atendido e agradeceu a Ricardo Teixeira, que não estava presente. Mas ressaltou que vai "continuar cobrando da mesma forma que cobrava antes". "Eu não mudo de lado, não mudo de bandeira, vou continuar fiscalizando".
Em discurso, Ronaldo disse que os deficientes foram "esquecidos na Lei Geral da Copa", referindo-se ao projeto que tramita no Congresso. "Nós não vamos esquecer". Romário, que chorou durante a cerimônia, disse que a garantia dos ingressos para deficientes representa a "maior vitória" de seu primeiro ano de mandato. Ele contou um pouco de sua rotina como deputado, que lhe obrigou a reduzir as partidas de futevôlei. "Quando cheguei ao Congresso, pensei: "Que porra é essa que estou fazendo aqui. Hoje estou amarradão".
Rodrigo Paiva explicou que os ingressos serão comprados pela CBF pelo preço comum. A deputada federal Rosinha da Adefal (PT do B/AL) disse que a medida não se trata de privilégio nem de benefício. "É a CBF fazendo responsabilidade social. A gente não precisa de piedade, mas de reconhecimento e de ações afirmativas para inclusão", declarou.
Avaliação de 2011
Em entrevista após o evento, Romário avaliou que o ano de 2011 não foi positivo para o futebol brasileiro e disse que esperava melhores resultados. "Se a Copa fosse hoje, o Brasil não passaria nem da primeira fase com o futebol que está jogando. Está muito abaixo do que pode fazer, da sua qualidade, mas a gente não pode esquecer que faltam 3 anos".
Segundo ele, Mano Menezes em princípio deve continuar à frente da seleção. "Se me fizerem essa mesma pergunta no fim ano que vem e o resultado for o de hoje, deixaria de apoiá-lo", acrescentou, ressaltando que quem decide é a CBF. "A seleção ainda não tem uma base, infelizmente". O ex-atacante também defendeu que Mano não vá para a Olimpíada. "Se fosse o Ricardo, decidiria pelo Ney Franco, que já vem há 3 anos com o grupo. Sendo o Mano, vamos torcer por ele".
O anúncio foi feito nesta sexta-feira, no Rio de Janeiro, em evento que teve a participação de Romário e de outros deputados da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, além de Ronaldo, membro do Conselho de Administração do Comitê Organizador da Copa (COL), e do diretor de Comunicação da CBF, Rodrigo Paiva.
Em discurso, Ronaldo disse que os deficientes foram "esquecidos na Lei Geral da Copa", referindo-se ao projeto que tramita no Congresso. "Nós não vamos esquecer". Romário, que chorou durante a cerimônia, disse que a garantia dos ingressos para deficientes representa a "maior vitória" de seu primeiro ano de mandato. Ele contou um pouco de sua rotina como deputado, que lhe obrigou a reduzir as partidas de futevôlei. "Quando cheguei ao Congresso, pensei: "Que porra é essa que estou fazendo aqui. Hoje estou amarradão".
Rodrigo Paiva explicou que os ingressos serão comprados pela CBF pelo preço comum. A deputada federal Rosinha da Adefal (PT do B/AL) disse que a medida não se trata de privilégio nem de benefício. "É a CBF fazendo responsabilidade social. A gente não precisa de piedade, mas de reconhecimento e de ações afirmativas para inclusão", declarou.
Avaliação de 2011
Em entrevista após o evento, Romário avaliou que o ano de 2011 não foi positivo para o futebol brasileiro e disse que esperava melhores resultados. "Se a Copa fosse hoje, o Brasil não passaria nem da primeira fase com o futebol que está jogando. Está muito abaixo do que pode fazer, da sua qualidade, mas a gente não pode esquecer que faltam 3 anos".
Segundo ele, Mano Menezes em princípio deve continuar à frente da seleção. "Se me fizerem essa mesma pergunta no fim ano que vem e o resultado for o de hoje, deixaria de apoiá-lo", acrescentou, ressaltando que quem decide é a CBF. "A seleção ainda não tem uma base, infelizmente". O ex-atacante também defendeu que Mano não vá para a Olimpíada. "Se fosse o Ricardo, decidiria pelo Ney Franco, que já vem há 3 anos com o grupo. Sendo o Mano, vamos torcer por ele".
Agência Estado
19 de dez. de 2011
Campanha “Não perca pontos na Carteira de Habilitação e ganhe pontos como cidadão”.
O Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Valinhos realizou no dia 17/12 uma campanha de conscientização na área central da cidade, com o objetivo de despertar nos motoristas o respeito às vagas destinadas aos idosos e pessoas com deficiência. O tema da campanha é: “Não perca pontos na Carteira de Habilitação e ganhe pontos como cidadão”.
Pessoas com deficiência e voluntários estiveram no centro de Valinhos para distribuir panfletos da campanha de conscientização, alertando motoristas quanto ao respeito às estas vagas preferenciais. Os valinhenses foram bastante atenciosos e atenderam as solicitações das pessoas com deficiência e dos voluntários.
O motorista que utiliza a vaga de deficiente e idoso sem ter essa condição, está cometendo uma infração leve que prevê uma multa de R$ 53,21, mais três pontos na Carteira de Habilitação, além da remoção do veículo.
O Conselho tem alertado a população. “Temos alertado constantemente através dos meios de comunicação, sobre a desobediência, as pessoas colocam o carro na vaga destinada ao deficiente ou idoso, alegando que é só um minutinho, mas neste minutinho alguém de direito pode precisar da vaga e ela não está disponível. A nossa ação neste sábado é de conscientização, é chamar atenção da população, sobre os direitos que nós deficientes e idosos conquistamos. Está na lei, portanto, precisa ser respeitado”, ressalta Vagner Alves, vice presidente do Conselho.
17 de nov. de 2011
A presidenta Dilma Rousseff lança nesta quinta-feira (17), em Brasília, o Viver sem Limite – Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
A presidenta Dilma Rousseff lança nesta quinta-feira (17), em Brasília, o Viver sem Limite – Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Por meio de ações estratégicas em educação, saúde, inclusão social e acessibilidade, o Plano tem como objetivo promover a cidadania e fortalecimento da participação da pessoa com deficiência na sociedade, promovendo sua autonomia, eliminando barreiras e permitindo o acesso e o usufruto, em bases iguais, aos bens e serviços disponíveis a toda a população.
O Viver sem Limite tem metas para serem implantadas até 2014 com previsão orçamentária de R$ 7,6 bilhões. As ações previstas serão executadas em conjunto por 15 órgãos do Governo Federal, sob a coordenação da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR). Dados do Instituto Brasileiro de Estatísticas e Geografia (IBGE) de 2010 apontam que 23,91% da população brasileira possuem algum tipo de deficiência, totalizando aproximadamente 45,6 milhões de pessoas.
Na área de educação, o Plano prevê ações como a disponibilização do transporte escolar acessível, que viabilizará o acesso dos alunos com deficiência às instituições de ensino; a adequação arquitetônica de escolas públicas e instituições federais de ensino superior, dotando-as de condições adequadas de acessibilidade; implantação de novas salas de recursos multifuncionais e a atualização das já existentes; e a oferta de até 150 mil vagas para pessoas com deficiência em cursos federais de formação profissional e tecnológica. Neste eixo, serão investidos, até 2014, R$ 1,8 bilhão.
Na saúde serão investidos R$ 1,4 bilhão para ampliação das ações de prevenção às deficiências, criação de um sistema nacional para o monitoramento e a busca ativa da triagem neonatal, com um maior número de exames no Teste do Pezinho. Haverá ainda expressivo fortalecimento das ações de habilitação e reabilitação, atendimento odontológico, ampliação das redes de produção e acesso a órtese e prótese. Também terá reforço de ações clínicas e terapêuticas, com a elaboração e publicação de protocolos e diretrizes de várias patologias associadas à deficiência.
Para a promoção da inclusão social, serão implantados Centros de Referência, com a finalidade de oferecer apoio para as pessoas com deficiência em situação de risco, como extrema pobreza, abandono e isolamento social, com previsão orçamentária de R$ 72,2 milhões.
O eixo Acessibilidade prevê ações conjuntas entre União, estados e municípios, com investimento previsto de R$ 4,1 bilhões. O Programa Minha Casa, Minha Vida 2, por exemplo, terá 100% das unidades projetadas com possibilidade de adaptação, ou seja, 1 milhão e 200 mil moradias que podem ser habitadas por pessoas com deficiência. Serão criados, também, cinco centros tecnológicos para a formação, em nível técnico, de treinadores e instrutores de cães-guias em todas as regiões do País. Atualmente, só existem dois instrutores qualificados no Brasil. Ações de mobilidade urbana do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) e da Copa de 2014 cumprirão os requisitos de acessibilidade.
Além da SDH/PR, integram o Viver Sem Limite a Casa Civil, Secretaria-Geral da Presidência da República, Ministérios da Educação, Saúde, Trabalho e Emprego, Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Esporte, Ciência, Tecnologia e Inovação, Cidades, Fazenda, Planejamento, Comunicações, Previdência Social e Cultura.
Viver sem Limite – Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência
Data: 17 de novembro de 2011
Horário: 11h
Local: Palácio do Planalto. Praça dos Três Poderes, Brasília-DF
Assessoria de Comunicação Social
http://www.direitoshumanos.gov.br/
Fonte:http://www.maxpressnet.com.br/
O Viver sem Limite tem metas para serem implantadas até 2014 com previsão orçamentária de R$ 7,6 bilhões. As ações previstas serão executadas em conjunto por 15 órgãos do Governo Federal, sob a coordenação da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR). Dados do Instituto Brasileiro de Estatísticas e Geografia (IBGE) de 2010 apontam que 23,91% da população brasileira possuem algum tipo de deficiência, totalizando aproximadamente 45,6 milhões de pessoas.
Na área de educação, o Plano prevê ações como a disponibilização do transporte escolar acessível, que viabilizará o acesso dos alunos com deficiência às instituições de ensino; a adequação arquitetônica de escolas públicas e instituições federais de ensino superior, dotando-as de condições adequadas de acessibilidade; implantação de novas salas de recursos multifuncionais e a atualização das já existentes; e a oferta de até 150 mil vagas para pessoas com deficiência em cursos federais de formação profissional e tecnológica. Neste eixo, serão investidos, até 2014, R$ 1,8 bilhão.
Na saúde serão investidos R$ 1,4 bilhão para ampliação das ações de prevenção às deficiências, criação de um sistema nacional para o monitoramento e a busca ativa da triagem neonatal, com um maior número de exames no Teste do Pezinho. Haverá ainda expressivo fortalecimento das ações de habilitação e reabilitação, atendimento odontológico, ampliação das redes de produção e acesso a órtese e prótese. Também terá reforço de ações clínicas e terapêuticas, com a elaboração e publicação de protocolos e diretrizes de várias patologias associadas à deficiência.
Para a promoção da inclusão social, serão implantados Centros de Referência, com a finalidade de oferecer apoio para as pessoas com deficiência em situação de risco, como extrema pobreza, abandono e isolamento social, com previsão orçamentária de R$ 72,2 milhões.
O eixo Acessibilidade prevê ações conjuntas entre União, estados e municípios, com investimento previsto de R$ 4,1 bilhões. O Programa Minha Casa, Minha Vida 2, por exemplo, terá 100% das unidades projetadas com possibilidade de adaptação, ou seja, 1 milhão e 200 mil moradias que podem ser habitadas por pessoas com deficiência. Serão criados, também, cinco centros tecnológicos para a formação, em nível técnico, de treinadores e instrutores de cães-guias em todas as regiões do País. Atualmente, só existem dois instrutores qualificados no Brasil. Ações de mobilidade urbana do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) e da Copa de 2014 cumprirão os requisitos de acessibilidade.
Além da SDH/PR, integram o Viver Sem Limite a Casa Civil, Secretaria-Geral da Presidência da República, Ministérios da Educação, Saúde, Trabalho e Emprego, Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Esporte, Ciência, Tecnologia e Inovação, Cidades, Fazenda, Planejamento, Comunicações, Previdência Social e Cultura.
Viver sem Limite – Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência
Data: 17 de novembro de 2011
Horário: 11h
Local: Palácio do Planalto. Praça dos Três Poderes, Brasília-DF
Assessoria de Comunicação Social
http://www.direitoshumanos.gov.br/
Fonte:http://www.maxpressnet.com.br/
16 de nov. de 2011
Mas que raio de gente é esta?
Que confunde deficiencia com debilidade mental?......
Olha para um cego, e nao vê que nem todos os cegos tocam acordeao no metro, ou pedem esmola á porta das igrejas. Essa gente é bem mais cego que os cegos!
Que raio de gente é esta?...
Que sossega a consciencia com uma misera moeda de 50 centavos com que mascára a indiferença...
Mas que raio de gente é esta?
Que fecha os olhos, reciosa e envergonhada, diante de um deficiente com quem se cruza na rua e confia cegamente no primeiro corrupto incompetente que lhe promete a lua.
Mas que raio é que esta gente receia?
A deficiencia nao é contagiosa!
E envergonha-se de que?!
De chamar cego a um cego?Surdo a um surdo?
Ninguém e deficiente por vontade própria,mas ninguém se deve envergonhar da deficiencia...
Porque sera que nao percebem que somos inteligentes ou burros, competentes ou incompetentes, leais ou mentirosos como qualquer outra gente?!...
Se algum de nos tem estas caracteristicas nao é por ser cego, surdo ou deficiente físicos.
...é porque somos pessoas!
Mas que raio de gente é esta?
Que se guerreia pelo direito á vida e despreza o nosso direito a vivermos?
Mas que raio de gente é esta?!
E que raio de gente somos nos?...
10 de nov. de 2011
Inclusão da Pessoa com Deficiência aos longo dos anos
As pessoas estão se concientizando que seus semelhantes, precisam exercer seus direitos e não apenas ser cumpridores de deveres.
Neste contexto encontramos a pessoa com deficiência, que ao longo da evolução humana foi buscando seu lugar na sociedade.
Essa parcela da população durante séculos e décadas foi rejeitada e muitas vezes até submetida a condições de completo abandono e discriminação.
Senão vejamos como as antigas sociedades encaravam a pessoa com Deficiência em suas respectivas épocas.
Na Grécia antiga, as Pessoas com deficiência eram eliminadas.
Platão e Aristoteles diziam que pessoas nascidas “ disformes” deveria ser executadas, atiradas de um penhasco chamado “ Taygetas”.
Os pais tinha permissão para afogar seus filhos com deficiência para não ser um peso para familia.
Na idade média a população sem conhecimento encarava o nascimento de um filho com deficiência como castigo de Deus. Anões e corcundas eram focos de gozações e brinquedos dos ricos.
A partir da Idade Moderna as coisas começaram a mudar e para melhor, com a criação de métodos de Educação para deficientes auditivos por meio de sinal e uma visão mais humanistica.
Com a chegada do século XX os avanços tecnológicos, começaram a dar visibilidade as pessoas com deficiência e muitos começaram a entender que podiam ter um vida igualitária.
Um exemplo claro desta mudança de pensamento, foi a eleição do 32° presidente dos Estados Unidos da América Franklin Delano Roosevelt.
Roosevelt contraiu poliomielite em 1921 aos 39 anos, uma doença que o deixou com grande dificuldade de movimento desde então.
No Brasil, D.Pedro II no século XIX, assinava dois documentos históricos: “Criação do Instituto de Meninos Cegos subvenção anual ao Instituto dos Surdos-Mudos.
A criação desses Institutos se deu em parte pelo fato das famílias abandonarem seus filhos com deficiência, então era preciso um ligar para essas pessoas.
Em meados do século, XX a declaração dos direitos humanos protocolada pela ONU dava respaldo aos direitos das pessoas com deficiência.
Somente na década de 60 que o Brasil começou a avançar na área da pessoa com Deficiência no sentido de inserir essas pessoas na sociedade.
Em 1961 foi criada a Lei de diretrizes de base 4024 versada para educação especial no país da Educação de Excepcionais.
Em 1978 uma Emenda parlamentar n° 12 amplia esses direitos garantindo aos Deficiêntes a melhoria de sua condição, social, econômica e educação especial.
A realidade da pessoa com Deficiência, pode ser encarada como antes e depois da Constituição de 1988 ( A Constituição Cidadã), que garante as pessoas com Deficiência a sua inclusão social.
A Constituição de 1988, veio assegurar a luta das pessoas ao longo de décadas passadas.
Hoje o Brasil é o terceiro pais no mundo com a melhor legislação no âmbito da pessoa com deficiência.
De 1988 até os dias de hoje temos leis importantes no Brasil como: Lei de Cota de 1991, Lei da Acessibilidade 5.296/2004, entre outras que garante os direitos das pessoas com deficiência no Brasil
Em 2009 o decreto 6.949 inseriu o país na Convenção da Onu, que é um instrumento facilitador para o exercício dos direitos reconhecidos no sistema Universal.
Quando um país ratifica uma convenção ele concorda formalmente em fazer o que requer a Convenção.
Esse amparo da Legislação é o primeiro passo a caminho da igualdade de oportunidades desse público.
Apesar desse arsenal Legislativo as pessoas desconhecem seus direitos e esses direitos são vetados.
As pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, tem que exigir esses direitos reivindicar politicas públicas como, o desenho Universal, que ônibus seja adequado a sua necessidade, calçadas descentes, rampas, guias rebaixadas, corrimões dos dois lados de escadas, pisos tátil e direcional, semáforo com sonorizador, interpretes de libras entre outros instrumentos que venha igualar as oportunidades de cada individuo.
Todos somos diferentes, existem pessoas que já nascem com alguma deficiência e outras adquirem motivadas por alterações físicas ou biológicas.
E preciso respeito a diferença e a aceitação da deficiência como parte da diversidade humana e lembrar que todos somos produtos do meio em que vivemos e com atenção as diferenças construiremos uma sociedade com visão de futuro para mudar o presente.
6 de out. de 2011
Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação acontece em SP, de 24 a 26/10
A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo convida para o III Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência, que acontece entre os dias 24 a 26 de outubro, na capital paulista. O evento conta com Seminário e Exposição sobre novidades tecnológicas para reabilitação e inclusão social de pessoas com deficiência. Todos estão convidados.
Como na edição anterior, participam do evento profissionais renomados das áreas de Tecnologia Assistiva, de instituições, universidades, centros e laboratórios de pesquisas, bem como de empresas nacionais e internacionais, e representantes do poder público, para juntos discutirem avanços da tecnologia e inovação.
Durante o 3º Encontro haverá a Exposição de Inovação em Tecnologias Assistivas. Este ano, o tema do evento é "O Desenho Universal na Indústria Brasileira". O objetivo é discutir o quanto os princípios do Desenho Universal vem influenciando na produção das empresas brasileiras.
Confira Programação Preliminar e Informações completas sobre o 3º Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência: www.sedpcd.sp.gov.br/3-encontro
Como na edição anterior, participam do evento profissionais renomados das áreas de Tecnologia Assistiva, de instituições, universidades, centros e laboratórios de pesquisas, bem como de empresas nacionais e internacionais, e representantes do poder público, para juntos discutirem avanços da tecnologia e inovação.
Durante o 3º Encontro haverá a Exposição de Inovação em Tecnologias Assistivas. Este ano, o tema do evento é "O Desenho Universal na Indústria Brasileira". O objetivo é discutir o quanto os princípios do Desenho Universal vem influenciando na produção das empresas brasileiras.
Confira Programação Preliminar e Informações completas sobre o 3º Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência: www.sedpcd.sp.gov.br/3-encontro
31 de ago. de 2011
Cartilha de Orientação
Um dos aspectos mais enfatizados no material é como se comunicar com as pessoas com deficiência para ajudá-las com maior eficiênciaA Polícia Militar do estado de São Paulo lançou, neste mês, uma cartilha com orientações aos policiais para que eles saibam atender pessoas com deficiência.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, a iniciativa surgiu de uma tese de mestrado do curso do Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES), que detectou a necessidade de ter uma participação mais efetiva da PM com os grupos vulneráveis. Um dos aspectos mais enfatizados no material é como se comunicar com as pessoas com deficiência para ajudá-las com maior eficiência.“Elas necessitam de um cuidado especial, de uma atenção diferente. Para atravessar a rua com um cego, por exemplo, existe uma forma correta conduzi-lo. Essas questões, que parecem simples, são mais comuns do que a gente imagina”, disse o presidente da Associação dos Policiais Militares Portadores de Deficiência do Estado de São Paulo (APMDFESP), Elcio Inocente, ao site da secretaria.
A cartilha possui orientações para todos os tipos de deficiência, seja ela física, visual, auditiva, intelectual ou múltipla. Ela também possui dicas de como se comunicar com um deficiente de forma adequada – por exemplo, como falar com uma pessoa com deficiência auditiva. A cartilha possui alguns sinais utilizados com frequência para se comunicar com um surdo. Além disso, o policial militar ainda tem o alfabeto completo e os números em Braille e em LIBRAS.
Fonte: Guia Inclusivo.
13 de jul. de 2011
2ª Caravana
O objetivo é mobilizar e conscientizar a sociedade para a implementação e consolidação de políticas públicas que contemplem os direitos das pessoas com deficiência
Entre julho e dezembro de 2011, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em parceria com a União de Vereadores do Estado de São Paulo (UVESP), Rede Lucy Montoro e com o apoio do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência (CEAPcD), realiza a 2ª Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania.
A Caravana tem o objetivo de mobilizar e conscientizar a sociedade para a necessidade de implementar e consolidar políticas públicas que contemplem os direitos das pessoas com deficiência.
Segundo estimativas atuais, no Estado de São Paulo há cerca de 5 milhões de pessoas com deficiência, mais de 26 milhões no Brasil, que exigem condições específicas para o pleno exercício de sua cidadania.
Os encontros abordarão temas fundamentais para a plena inclusão da pessoa com deficiência, com destaque para: Educação Inclusiva, Trabalho e Renda, Ações e Programas Prioritários da Secretaria, Direitos e Cidadania da Pessoa com Deficiência, entre outros.
A Caravana tem como publicoalvo prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, autoridades municipais, gestores públicos, pessoas com deficiência, familiares e representantes da sociedade civil em todos os Municípios do Estado de São Paulo.
Os encontros abordarão temas fundamentais para a plena inclusão da pessoa com deficiência, com destaque para: Educação Inclusiva, Trabalho e Renda, Ações e Programas Prioritários da Secretaria, Direitos e Cidadania da Pessoa com Deficiência, entre outros.
A Caravana tem como publicoalvo prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, autoridades municipais, gestores públicos, pessoas com deficiência, familiares e representantes da sociedade civil em todos os Municípios do Estado de São Paulo.
As palestras serão ministradas por especialistas da área, representantes da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, entre outros. A coordenação geral dos encontros é do Assessor Político Carlos Alberto Cruz Filho.
A Caravana é aberta a todos.
Confira as cidades por onde percorrerá a Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania:
30/07 PIRACICABA
13/08 OLÍMPIA
27/08 MOGI DAS CRUZES
10/09 CATANDUVA
24/09 LENCÓIS PAULISTA
08/10 ASSIS
22/10 ITAPETININGA
12/11 ARARAQUARA
26/11 PARIQUERA AÇÚ
10/12 SÃO PAULO (CAPITAL)
29 de jun. de 2011
Uma em cada sete pessoas apresenta deficiência ou limitação física.
Mais de 1 bilhão de pessoas no mundo vivem com algum tipo de deficiência, de acordo com uma nova pesquisa internacional . Isso é cerca de 15 por cento da população mundial, ou quase um em cada 7 pessoas.
Os números vêm de um esforço conjunto da Organização Mundial de Saúde e do Banco Mundial . A última vez que se teve uma estimativa da prevalência de incapacidades foi na década de 1970, quando a OMS constatou que era cerca de 10 por cento. O relatório atual sugere que a estimativa de 15 por cento irá crescer à medida que a população mundial avança em expectativa de vida.
Como nos anos 70, os números de hoje são na melhor das hipóteses, uma aproximação. Muitos países não coletam os dados com cuidado, e definições de deficiência diferem de lugar para lugar. O Banco Mundial e a OMS buscaram englobar pessoas que têm dificuldade para enxergar, ouvir, andar,problemas de memória, limitação de cuidado pessoal ou de comunicação. Mundialmente, a deficiência mais comum em pessoas com menos de 60 anos é a depressão profunda, seguida pela deficiência auditiva e deficiência visual.
(Veja: Mais de um bilhão de pessoas são portadoras de deficiência, diz relatório da ONU)
O relatório inclui um prefácio do físico teórico Stephen Hawking , que não consegue se alimentar, vestir ou falar sem ajuda, em razão da esclerose lateral amiotrófica, uma doença fatal e geralmente incapacitante. Ele diz que há um dever moral de se ajudar as pessoas com deficiência.Os números vêm de um esforço conjunto da Organização Mundial de Saúde e do Banco Mundial . A última vez que se teve uma estimativa da prevalência de incapacidades foi na década de 1970, quando a OMS constatou que era cerca de 10 por cento. O relatório atual sugere que a estimativa de 15 por cento irá crescer à medida que a população mundial avança em expectativa de vida.
Como nos anos 70, os números de hoje são na melhor das hipóteses, uma aproximação. Muitos países não coletam os dados com cuidado, e definições de deficiência diferem de lugar para lugar. O Banco Mundial e a OMS buscaram englobar pessoas que têm dificuldade para enxergar, ouvir, andar,problemas de memória, limitação de cuidado pessoal ou de comunicação. Mundialmente, a deficiência mais comum em pessoas com menos de 60 anos é a depressão profunda, seguida pela deficiência auditiva e deficiência visual.
(Veja: Mais de um bilhão de pessoas são portadoras de deficiência, diz relatório da ONU)
O chefe da OMS, Margaret Chan , oferece-se, além da moral, uma outra razão: “Provavelmente cada um de nós vai estar permanente ou temporariamente deficiente, em algum momento na vida.” Um editorial no jornal médico The Lancet aponta que as acomodações para pessoas com deficiência, tais como cortes de meio-fio, também ajudam a não-deficientes (como pessoas com carrinhos de criança).
Porque os dados estatísticos são importante? A razão é que conhecer a prevalência de deficiência ajuda as organizações a definir prioridades e configurar os programas providos pela OMS e pelo Banco Mundial – medidas que possibilitem às pessoas com deficiência cuidar de si, trabalhar e se locomover.
O relatório não estima o custo total do estabelecimento de tais programas. E também não oferece soluções para o maior desafio: encontrar o dinheiro.
Do original em http://www.npr.org/blogs/health/2011/06/09/137084239/nearly-1-in-7-people-on-earth-are-disabled-survey-finds
Porque os dados estatísticos são importante? A razão é que conhecer a prevalência de deficiência ajuda as organizações a definir prioridades e configurar os programas providos pela OMS e pelo Banco Mundial – medidas que possibilitem às pessoas com deficiência cuidar de si, trabalhar e se locomover.
O relatório não estima o custo total do estabelecimento de tais programas. E também não oferece soluções para o maior desafio: encontrar o dinheiro.
Do original em http://www.npr.org/blogs/health/2011/06/09/137084239/nearly-1-in-7-people-on-earth-are-disabled-survey-finds
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