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23 de jul. de 2011

Fotos do jantar de aniversario da Aciv 39 anos.


Vagner Alves, Marcos Ferraz e Claudinei Lopes

Vagner alves

Clodoaldo dias, Emerson Ferrari, Vagner Alves

Paulo Monteiro(Presidente da Camara), Vagner Alves, e o Vereador Clayton Machado.

 


Andréia e Claudinei Lopes

Adriana e Agnaldo

Vagner Alves e Lilian Nunes

Lisandra Souza

Claudinei Lopes, Vagner Alves e Piva presidente da Apae

Big e Vagner Alves

13 de jul. de 2011

2ª Caravana


O objetivo é mobilizar e conscientizar a sociedade para a implementação e consolidação de políticas públicas que contemplem os direitos das pessoas com deficiência
Entre julho e dezembro de 2011, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em parceria com a União de Vereadores do Estado de São Paulo (UVESP), Rede Lucy Montoro e com o apoio do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência (CEAPcD), realiza a 2ª Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania.
A Caravana tem o objetivo de mobilizar e conscientizar a sociedade para a necessidade de implementar e consolidar políticas públicas que contemplem os direitos das pessoas com deficiência.
Segundo estimativas atuais, no Estado de São Paulo há cerca de 5 milhões de pessoas com deficiência, mais de 26 milhões no Brasil, que exigem condições específicas para o pleno exercício de sua cidadania.
Os encontros abordarão temas fundamentais para a plena inclusão da pessoa com deficiência, com destaque para: Educação Inclusiva, Trabalho e Renda, Ações e Programas Prioritários da Secretaria, Direitos e Cidadania da Pessoa com Deficiência, entre outros.
A Caravana tem como publicoalvo prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, autoridades municipais, gestores públicos, pessoas com deficiência, familiares e representantes da sociedade civil em todos os Municípios do Estado de São Paulo.
As palestras serão ministradas por especialistas da área, representantes da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, entre outros. A coordenação geral dos encontros é do Assessor Político Carlos Alberto Cruz Filho.
A Caravana é aberta a todos.

Confira as cidades por onde percorrerá a Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania:

30/07 PIRACICABA
13/08 OLÍMPIA
27/08 MOGI DAS CRUZES
10/09 CATANDUVA
24/09 LENCÓIS PAULISTA
08/10 ASSIS
22/10 ITAPETININGA
12/11 ARARAQUARA
26/11 PARIQUERA AÇÚ
10/12 SÃO PAULO (CAPITAL)

11 de jul. de 2011

O conselho esteve reunido no dia de hoje 11/07

O conselho esteve reunido no dia de hoje 11/07 para cumprir a Pauta da 46ª Reunião Plenária do CMDPD.
Entre os assuntos abordados, foi falado dos onibus da cidade que não são adaptados para que Pessoas com Deficiência e Mobilidade reduzida, possa utiliza - lo.
Segundo informações do Secretário de Transportes Ademir Martins breve teremos audiência pública para debater o assunto com a sociedade.

29 de jun. de 2011

Uma em cada sete pessoas apresenta deficiência ou limitação física.

Mais de 1 bilhão de pessoas no mundo vivem com algum tipo de deficiência, de acordo com uma nova pesquisa internacional . Isso é cerca de 15 por cento da população mundial, ou quase um em cada 7 pessoas.
Os números vêm de um esforço conjunto da Organização Mundial de Saúde e do Banco Mundial . A última vez que se teve uma estimativa da prevalência de incapacidades foi na década de 1970, quando a OMS constatou que era cerca de 10 por cento. O relatório atual sugere que a estimativa de 15 por cento irá crescer à medida que a população mundial avança em expectativa de vida.
Como nos anos 70, os números de hoje são na melhor das hipóteses, uma aproximação. Muitos países não coletam os dados com cuidado, e definições de deficiência diferem de lugar para lugar. O Banco Mundial e a OMS buscaram englobar pessoas que têm dificuldade para enxergar, ouvir, andar,problemas de memória, limitação de cuidado pessoal ou de comunicação. Mundialmente, a deficiência mais comum em pessoas com menos de 60 anos é a depressão profunda, seguida pela deficiência auditiva e deficiência visual.
(Veja: Mais de um bilhão de pessoas são portadoras de deficiência, diz relatório da ONU)
O relatório inclui um prefácio do físico teórico Stephen Hawking , que não consegue se alimentar, vestir ou falar sem ajuda, em razão da esclerose lateral amiotrófica, uma doença fatal e geralmente incapacitante. Ele diz que há um dever moral de se ajudar as pessoas com deficiência.
O chefe da OMS, Margaret Chan , oferece-se, além da moral, uma outra razão: “Provavelmente cada um de nós vai estar permanente ou temporariamente deficiente, em algum momento na vida.” Um editorial no jornal médico The Lancet aponta que as acomodações para pessoas com deficiência, tais como cortes de meio-fio, também ajudam a não-deficientes (como pessoas com carrinhos de criança).
Porque os dados estatísticos são importante? A razão é que conhecer a prevalência de deficiência ajuda as organizações a definir prioridades e configurar os programas providos pela OMS e pelo Banco Mundial – medidas que possibilitem às pessoas com deficiência cuidar de si, trabalhar e se locomover.
O relatório não estima o custo total do estabelecimento de tais programas. E também não oferece soluções para o maior desafio: encontrar o dinheiro.
Do original em http://www.npr.org/blogs/health/2011/06/09/137084239/nearly-1-in-7-people-on-earth-are-disabled-survey-finds

16 de jun. de 2011

Rampas contrarias a acessibilidade.

Quando falamos de acessibilidade uma primeira ideia que  vem a mente, são as rampas que dão acesso a muitos lugares.Muitas pessoas tentam resolver isso fazendo algumas rampas. Sem orietação e muitas vezes querendo melhorar a vida das pessoas com mobilidade reduzida, acabam fazendo coisas que so prejudicam. Veja estas fotos.











9 de jun. de 2011

Cadê você?

Segundo o Censo 2000 (IBGE), 14,5% da população brasileira tem algum tipo de deficiência. Isso, em números atualizados, corresponde a cerca de 24 milhões de brasileiros. É um universo de pessoas que podem ter nascido com alguma deficiência ou a adquirido ao longo da vida. E quando falamos de ações que melhorem a qualidade de vida dessas pessoas, podemos incluir também as que têm mobilidade reduzida, ou seja, idosos, gestantes, obesos, mulheres com carrinhos de bebê.
O brasileiro vive, em média, 69 anos e pode passar até 80% da vida em plena saúde física e sensorial. Como a esperança de vida livre é de 54 anos, a população pode viver, em média, 15 anos com alguma dificuldade de se movimentar, de enxergar, de ouvir.
Isso quer dizer que, se facilitamos acessos ou trabalhamos com políticas públicas de inclusão das pessoas com deficiência, estaremos ampliando o escopo dessas ações para um grupo ainda maior de pessoas.
Em Valinhos ainda não sabemos o número real dessas pessoas, nem onde estão, como vivem, se estão trabalhando, estudando ou  recebendo tratamentos específicos.
Falar de acessibilidade é mais que pensar em melhorar as calçadas, guias rebaixadas,  colocar rampas, corrimões, pisos tátil.
Precisamos primeiro, saber onde estão essas pessoas? Para que junto ao poder público possamos buscar políticas públicas para algo importante que é a inclusão social dessas pessoas.
Já passou da hora das Pessoas com deficiência de Valinhos, terem o direito de ir ao banco, mercado, shopping, médico sem que para isso seja preciso se fazer uma verdadeira via crucis e mendigar por um direito garantido pela Constituição.
Vivemos num país que mais tem Leis que protege essa parcela da população, mais que não são colocadas em prática, pois falta uma fiscalização dos órgãos públicos e envolvimento das pessoas que precisam.
É isso o que norteia o trabalho do CMDMP (Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência), fazer com que essas Leis possam ser cumpridas e que os direitos sejam respeitados por todos
Esse respeito à diversidade humana, para ser colocado em prática é preciso que as Pessoas com Deficiência ou Mobilidade reduzida, se mostrem, façam parte da sociedade não como vitimas, mais como membros efetivos da sociedade.
Assim, as desculpas irão acabar, pois quem realmente precisa que essas Leis sejam cumpridas será o ator principal desta cobrança de direito.
Pois o homem é único em suas necessidades. O modelo de homem padrão não é o homem real - cada um de nós é diferente em muitos aspectos.
Precisamos saber  onde você Pessoa com Deficiência de Valinhos esta? Queremos ouvir suas sugestões para que possamos lutar por uma cidade acessível e inclusiva de diretos.
O CMDPD tem reuniões toda segunda, segunda feira de cada mês e gostaríamos muito de contar com sua participação, informações ligue 3859 -9191 ou acesse http://cmdpdvalinhos.blogspot.com/

6 de abr. de 2011

Contra números não há argumentos.

No Censo realizado pelo CMDPD ( Conselho Municipal dos Direitos das pessoas com Deficiência de Valinhos), em parceria com órgãos e entidade da cidade e região em 2009, chegamos ao número de 503 formulários preenchidos.
Traduzindos, estes números são de 503 pessoas que necessitam de Rampas, piso tátil, calçadas livre de obstáculos, guias rebaixadas, corrimões nas escadas, respeito as vagas de estacionamento.
Sem contar com programas de saúde, educação, lazer e emprego para que esses quinhentos e três cidadãos tenham, condições de usar dos benefícios destinados aos demais munícipes.
Mais e este número citado acima? 503 Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Corresponde á realidade de Pessoas com deficiência na cidade?
Se esta fosse a nossa realidade, estes números já seriam suficiente para que políticas públicas e um olhar mais inclusivo, fosse dado pela sociedade Valinhense á esta parcela da população.
Mas sabemos que estes números estão, muito longe de representar, a quantidade real de pessoas com deficiência em Valinhos.
Apenas como exercício de memória comecei a lembrar de quantas pessoas eu conhecia nesta condição que more em Valinhos. Cheguei ao número de 98 pessoas, logicamente esquecendo de muitas pessoas, que não vieram a mente neste exercício de memória.
Outro dado que mostra que os números do Censo estão longe da realidade, é que até este mês de abril a Secretaria de trânsito da cidade já emitiu 156 credenciais para estacionamento de veículos em vagas reservadas para pessoa com deficiência.
O Censo realizado em 2009, foi sério, envolveu diversas áreas da sociedade, foi bem divulgado.
O retorno dos formulários distribuído junto com a conta de luz, que atingiu todos os domicílios da cidade que recebem energia da empresa CPFL, é que não foi o esperado pelos organizadores do Censo realizado.
O número apresentado (503), forma um grupo de pessoas, que estão antenados com a realidade, que estão buscando caminhos para interagir na sociedade.
Apenas com a participação das pessoas que estão nesta condição, se expondo, mostrando caminhos, solução e cobrando seus diretos é que teremos forças para cobrar do poder público políticas públicas voltadas para á pessoas com deficiência.
Se esconder atrás da deficiência , fazer de conta que ela não existe, ou ficar em casa enquanto a vida segue a todo vapor é uma opção, que vai contra as lutas e conquistas de muitas pessoas que um dia resolveram encarar de frente sua condição e conquistaram muitos direitos que hoje usufruímos e que o leitor em algum momento de sua vida será beneficiado.

“ Quem não luta por seus direitos, não é digno de te – los”

Com esta frase de Rui Barbosa, convido você, que tenha ou conheça alguém que tenha alguma Deficiência, á procurar a Casa dos Conselhos na Rua 31 de Março s/n Praça Anny Carolyne Bracalente Vila Boa Esperança, telefone 3859 – 9191.
O simples ato de preencher o formulário será um passo enorme na busca para vermos cumprido os diretos que a Constituição assegura.